Observatório Sebrae: número de startups no ES pode chegar a 1.000
A meta foi estabelecida no Encontro Nacional de Startups 2025, com base em estudos iniciados em 2019
Em crescimento nos últimos anos, o número de startapus no Estado alcançou 569, segundo a plataforma Observatório Sebrae Startups. O plano é alcançar 1.000 startups em 2029.
A meta foi estabelecida no Encontro Nacional de Startups 2025, com base em estudos iniciados em 2019, após a criação da Mobilização Capixaba pela Inovação (MCI) em 2018, segundo o diretor da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Espírito Santo (Fapes), Rodrigo Varejão.
Para ser ter ideia, atualmente em todo o País são mais de 20 mil.
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A Fapes, que é um órgão do governo do Estado, oferece apoio e recursos às startups por meio de diferentes programas e instrumentos voltados ao fomento da inovação, do empreendedorismo tecnológico e da pesquisa aplicada no Estado.
“A Fapes tem um portfólio para apoiar e oferecer recursos através dos editais abertos para as startups, em qualquer estágio que estejam. E não tem devolução dos valores que são repassados. O que tem que ser entregue são resultados”, avaliou Varejão.
Uma das ações do MCI e da Fapes para ampliar o número de startups e iniciativas de base tecnológica no Estado é o Centelha, que é o primeiro impulso para quem quer empreender, oferecendo apoio financeiro, capacitações, descontos, créditos com parceiros e conexões para fortalecer startups da ideia à operação, explicou o diretor da Fapes.
Outro deles é o SeedES, voltado para startups e empresas com soluções inovadoras em operação e fase de amadurecimento. Há também o Nova Economia Capixaba, que seleciona projetos de inovação desenvolvidos por empresas capixabas em parceria com Instituições Científicas e Tecnológicas (ICTs) ou Instituições de Ensino Superior (IES), públicas ou privadas e sem fins lucrativos.
Varejão disse que para buscar o crescimento do número de startups, o trabalho que já vem sendo feito inclui a interiorização, com avanço de políticas públicas nas diferentes regiões do Estado e a internacionalização, aproximando as startups capixabas do ecossistema em outros países, como Alemanha, Espanha e atualmente na Argentina.
“Tem muita gente pensando coisas novas, e é dessa forma que observamos a importância das startups, que trazem ideias inovadoras para solucionar problemas em áreas como saúde, telemedicina, educação e mobilidade urbana”, disse o secretário de Estado da Ciência, Tecnologia, Inovação e Educação Profissional, Bruno Lamas.
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