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Gilmar Ferreira

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Colunista

Gilmar Ferreira

Sem favorito

Comentários sobre o futebol, os clubes e os craques do esporte mais popular do planeta

Gilmar Ferreira, Colunista A Tribuna | 29/08/2025, 13:31 h | Atualizado em 29/08/2025, 13:31

Imagem ilustrativa da imagem Sem favorito
Gilmar Ferreira |  Foto: Arquivo/AT

A disputa por vaga na semifinal da Copa do Brasil mostrou na sua primeira fase das quartas de final um equilíbrio esperado. Porque, sem Flamengo e Palmeiras, times incrivelmente eliminados nas oitavas, não há muito o que possa distinguir os oitos que lutam pelo titulo e sua premiação milionária. Apesar do 2 a 0 do Cruzeiro sobre o Atletico/MG, em plena Arena MRV, os duelos seguem abertos para serem decididos no jogo de volta. Ainda com chance de dois cariocas entre os semifinalistas.

A derrota do Fluminense para o Bahia, pelo placar mínimo, na última quinta-feira (28) à noite, em Salvador, castigou o Fluminense - e imerecidamente. O time de Renato Gaúcho dividiu posse de bola, trocou o mesmo número de passes e foi igual no de finalizações.

Perdeu para o quarto colocado no Brasileiro no erro de marcação aproveitado por Luciano Juba nos minutos finais numa chance parecida com a que Canobbio desperdiçou no final do primeiro tempo. Paciência. Rogério Ceni precisará de boa estratégia para segurar a vantagem no Maracanã.

Clássico de iguais

Pelo que mostraram no 1 a 1 no duelo de ida a diferença entre os times de Vasco e Botafogo pode ser menor do que se imagina. A simples entrada de Cauan Barros, volante competitivo e de boa qualidade técnica, deu condições para Jair exercer o “papel” de camisa 8, associando-se a Coutinho, Nuno e Rayan.

Com isso, o Vasco de Fernando Diniz ganhou alma de Vasco e impediu que o Botafogo de Davide Ancelotti saísse de São Januário em vantagem para o jogo de volta, no Nilton Santos, no dia 11, logo depois da data FIFA.

A formação da dupla de goleadores Arthur Cabral e Chris Ramos foi boa sacada do técnico alvinegro em função da ineficácia vascaína nas bolas altas defensivas. Mas a saída de Savarino não pareceu boa escolha.

Artur não jogou bem e a ausência do venezuelano no primeiro tempo sobrecarregou o meia Montoro na criação. Ficou a impressão de que Ancelotti queria mesmo era não ir para o segundo jogo em desvantagem por crer que no “tapetinho” o enredo será outro.

O empate de quarta-feira (27), que para alguns vascaínos pareceu frustrante, não foi ruim para o Vasco. O time conseguiu intensidade, com e sem bola, e é isso será importante para os jogos do Brasileiro.

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