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Gilmar Ferreira

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Colunista

Gilmar Ferreira

Gestão de elenco

Comentários sobre o futebol, os clubes e os craques do esporte mais popular do planeta

Gilmar Ferreira, Colunista A Tribuna | 27/08/2025, 13:02 h | Atualizado em 27/08/2025, 13:02

Imagem ilustrativa da imagem Gestão de elenco
Gilmar Ferreira |  Foto: Arquivo/AT

Os inapeláveis 8 a 0 sobre o Vitória/BA, na noite de segunda-feira (25), no Maracanã, trouxeram elogios superlativos que fazem justiça ao futebol jogado pelo Flamengo de Filipe Luís. Feito que ainda ecoa pelas praças, sobretudo pela qualidade empregada na construção daquela que passou a ser a maior goleada na era dos pontos corridos – a quarta do time nesta edição, depois dos 6 a 0 no Juventude, 4 a 0 no Corinthians e 5 a 0 no Fortaleza, todas elas como mandante, todas com diferentes formações.

Mas é preciso ser dito que a qualidade do time do Flamengo não deriva só do ótimo trabalho que Filipe Luís desenvolve desde o final do ano passado.

O até então criticado José Boto, executivo português trazido no início do ano para comandar a desejada reformulação no elenco, conseguiu melhorar o que já era bom, com contratações milionárias que não violentaram as finanças do clube.

Pelo contrário, deixaram o elenco mais competitivo e um saldo positivo na balança comercial.

Grosso modo, o Flamengo já arrecadou R$ 463 milhões (cerca de 72 milhões de euros) com as transferências de Fabrício Bruno, Alcaraz, Gerson e Wesley.

E gastou R$ 277 milhões (quase 43 milhões de euros) na contratação de cinco jogadores de cunho internacional: Jorge Carrascal, do Dínamo Moscou; Emerson Royal, do Milan; Samuel Lino e Saúl Ñíguez, do Atlético de Madrid; e Jorginho, do Arsenal – os dois últimos sem custos de transferência.

E escrevo que “já arrecadou” porque tanto na venda do meia argentino para o Everton, da Inglaterra, por R$ 96 milhões (o equivalente a 15 milhões de euros, à época), quanto na negociação de Wesley com a Roma por R$ 163 milhões (25 milhões de euros), o Flamengo ainda tem a possibilidade de receber mais R$ 51 milhões (aproximadamente 8 milhões de euros) com os bônus por desempenho.

Ações de mercado que acertaram em cheio a filosofia implantada pelo Filipe Luís.

É evidente que o saldo será economicamente ainda mais favorável com as possíveis saídas do ponta Michael e do centroavante Juninho, jogadores que, em princípio, não constam nos planos do treinador.

Mas é impossível não registrar o quão bem sucedido foi o trabalho na venda de Wesley e Gérson, que rendeu 50 milhões de euros ao clube, permitindo a remontagem do time líder do Brasileiro. Isso se chama “gestão de elenco”.

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