X

Olá! Você atingiu o número máximo de leituras de nossas matérias especiais.

Para ganhar 90 dias de acesso gratuito para ler nosso conteúdo premium, basta preencher os campos abaixo.

Já possui conta?

Login

Esqueci minha senha

Não tem conta? Acesse e saiba como!

Atualize seus dados

Pernambuco
arrow-icon
  • gps-icon Pernambuco
  • gps-icon Espírito Santo
Pernambuco
arrow-icon
  • gps-icon Pernambuco
  • gps-icon Espírito Santo
Espírito Santo
arrow-icon
  • gps-icon Pernambuco
  • gps-icon Espírito Santo
Espírito Santo
arrow-icon
  • gps-icon Pernambuco
  • gps-icon Espírito Santo

Cidades

260 horas de gravações podem esclarecer oito mortes em Camaragibe

Imagens foram colhidas de 20 câmeras localizadas no município


Imagem ilustrativa da imagem 260 horas de gravações podem esclarecer oito mortes em Camaragibe
Ágata da Silva, irmã de Alex, foi morta enquanto avisava a policiais que estava filmando |  Foto: © Divulgação

A equipe de perícia da Polícia Civil está investigando 260 horas de gravações feitas em 20 câmeras de segurança localizadas em Camaragibe para elucidar a troca de tiros entre policiais e um caminhoneiro Alex da Silva, 33 anos, que culminou na morte de oito pessoas, dois militares e seis civis.

Entre as pessoas mortas, está o próprio Alex e dois policiais com quem ele entrou em confronto durante uma abordagem policial. Mais cinco pessoas da família de Alex morreram, incluindo três irmãos, a mãe e a esposa. As mortes se espalharam entre Camaragibe e Paudalho.

Quando começou?
A história ficou conhecida como “o caso dos 8 mortos em Camaragibe” e tem indícios de violação aos direitos humanos, completando duas semanas nesta quinta-feira (28) sem solução.

Os homicídios estão sendo investigados pela Polícia Civil e pela Corregedoria da Polícia Militar. Há suspeitas de que os policiais abusaram do seu poder para vingar a morte de dois companheiros.

Além dos oito assassinatos apontados, a grávida Ana Letícia, 18 anos, que havia sido feita de refém por Alex, levou um tiro, perdeu o olho esquerdo e teve os movimentos da face esquerda comprometidos. Um adolescente de 14 anos, primo da gestante, também foi atingido. Eles não reconhecem os agressores.

Seu irmão, Carlos Augusto da Silva Filho, diz em testemunho ter sofrido tortura, fato negado em depoimento por alguns policiais. Seu pai, por sua vez, contou que, ao tentar socorrer a filha, teve o carro alvejado por balas que partiram da polícia.

Versões distintas

As versões das testemunhas sobreviventes da chacina têm sido, inicialmente, diferentes das versões policiais. As imagens das câmeras, portanto, são decisivas.

Oficialmente, somente uma pessoa entrou no Programa de Proteção a Testemunhas, segundo informou a Secretaria Executiva de Direitos Humanos, que não pode, por lei, dar detalhes de quem está protegendo. A secretaria informou que não passará mais informações sobre o caso, para manter a segurança dos envolvidos.

Tudo teria começado na quinta-feira passada (14) quando policiais abordaram Alex da Silva, que portava uma arma de 9 milímetros com laser. Ele fugiu e, durante a fuga, pulou para uma casa vizinha e fez a grávida Ana Letícia de escudo humano. A troca de tiros aconteceu entre ele e a polícia mesmo com uma refém no meio, segundo testemunhos.

Saiba o que já aconteceu no caso
Vamos elucidar tudo, da primeira à última morte, diz a chefe da Polícia Civil
Caminhoneiro podia portar arma de laser, calibre 9 milímetros?
Irmão torturado e adolescente passam por exames no IML
Como está o andamento da investigação desenrolada há uma semana?
Quem foi torturado por policiais e impedido de salvar a irmã?
Por que a família da grávida não aceitou entrar no Programa de Proteção à Testemunhas

Arma de laser, tortura e perseguição no tiroteio de Camaragibe







Comentários

Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site. Leia os termos de uso

SUGERIMOS PARA VOCÊ: