O poder dos encontros femininos na vida real
Em encontros reais, mulheres fortalecem vínculos, compartilham vivências e descobrem, juntas, a força da conexão verdadeira
Iza Medonça
Izah Mendonça é jornalista, e apresentadora do programa Eu e Elas, o único do Estado voltado para o público feminino. Autora do livro Lisboa com Afeto, é também colunista, podcaster e empresária. Com 24 anos de carreira, atua dando voz as mulheres, fortalecendo histórias reais, o empreendedorismo, e a comunicação. É idealizadora do projeto 50tei e agora.
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Existe algo que acontece quando mulheres se encontram de verdade.
Sem pressa, sem filtros, sem precisar provar nada.
Algo diferente.
Não é sobre estar no mesmo lugar.
É sobre se reconhecer.
Em tempos de tantas conexões digitais, onde tudo parece imediato e editado, os encontros reais têm se tornado quase um respiro, um retorno ao essencial, ao olho no olho, ao abraço que acolhe, a conversa que não precisa ser perfeita, só verdadeira.
A gente sabe, lá no fundo, que uma mulher entende a outra mulher de um jeito que, muitas vezes, nem precisa de explicação.
Ela reconhece no olhar o cansaço que não foi dito, ela acolhe a dor que foi silenciada, ela celebra a conquista como se fosse dela também.
E isso é transformador.
Estar entre mulheres é lembrar que você não está sozinha, que aquilo que você sente, outras também sentem.
que as dúvidas, os medos e até as inseguranças fazem parte de um caminho comum.
Mas não é só sobre acolhimento.
É também sobre força.
Quando mulheres se encontram, algo se expande, ideias nascem, coragens aparecem, histórias ganham novos significados.
Uma incentiva a outra, uma levanta a outra uma inspira a outra.
E, juntas, vão ocupando espaços que antes pareciam distantes.
Sabe porque os encontros femininos são tão potentes?
Porque eles nos lembram quem somos, quando estamos livres das cobranças do mundo.
Ali, não existe competição, existe conexão. Não existe comparação, existe pertencimento.
E isso cura.
Cura a sensação de solidão, cura o peso de precisar dar conta de tudo sozinha, cura a ideia de que você precisa ser forte o tempo inteiro.
Nos encontros reais, a força vem justamente da vulnerabilidade compartilhada.
De poder dizer “eu também”, de poder ouvir “estou aqui”.
E, no meio disso tudo, algo floresce: uma versão mais leve, mais verdadeira, mais inteira de cada mulher.
Talvez a gente não precise de mais conexões, talvez a gente precise de mais encontros.
Daqueles que não cabem numa tela, mas que permanecem na alma.
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PÁGINA DO AUTOREu e elas
Esta coluna é um espaço dedicado a histórias que inspiram mulheres a serem protagonistas de suas vidas. Izah aborda empreendedorismo, comportamento, saúde, bem-estar e causas sociais, valorizando trajetórias reais, conexões e informação com propósito.