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EU E ELAS

As Redes Sociais tem sido uma inspiração ou um gatilho para comparação?

Entre inspirações e comparações, redes sociais podem afetar a autoestima — e exigem um olhar mais consciente e gentil

Izah Mendonça | 17/04/2026, 06:15 h | Atualizado em 02/04/2026, 15:58
Eu e Elas

Iza Medonça

Izah Mendonça é jornalista, e apresentadora do programa Eu e Elas, o único do Estado voltado para o público feminino. Autora do livro Lisboa com Afeto, é também colunista, podcaster e empresária. Com 24 anos de carreira, atua dando voz as mulheres, fortalecendo histórias reais, o empreendedorismo, e a comunicação. É idealizadora do projeto 50tei e agora.

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          Imagem ilustrativa da imagem As Redes Sociais tem sido uma inspiração ou um gatilho para comparação?
Nem tudo que você vê é real — e isso não define quem você é |  Foto: Freepik

As redes sociais chegaram como uma janela para o mundo. Um espaço de troca, inspiração, conexão. E, de fato, elas podem ser tudo isso. Mas, em algum momento, quase sem perceber, essa mesma janela começa a funcionar como um espelho distorcido.

A gente abre o celular para relaxar e, em poucos minutos, já está comparando. O corpo, a rotina, a carreira, o relacionamento. A viagem perfeita, a casa organizada, a pele impecável, o sucesso constante. Tudo parece estar acontecendo com todo mundo, o tempo todo. Menos com a gente.

E é aí que a inspiração vira gatilho.

Porque o que a gente vê ali não é a vida como ela é. É um recorte. Um ângulo bonito, bem iluminado, muitas vezes editado. Mas o nosso olhar, cansado e exigente, esquece disso. Ele transforma aquela imagem em régua. E, de repente, o que antes era só um feed se torna um lugar de cobrança silenciosa.

A verdade é que muitas mulheres estão exaustas não só da rotina, mas da sensação de nunca serem suficientes. E as redes sociais, quando consumidas sem filtro emocional, potencializam exatamente esse sentimento.

Mas não precisa ser assim.

As redes também podem ser um espaço de acolhimento, aprendizado e até fortalecimento. A diferença está na forma como a gente se posiciona diante delas. Em quem seguimos, no tempo que dedicamos, no quanto acreditamos em tudo que vemos.

Talvez seja hora de fazer uma curadoria mais gentil. Silenciar o que pesa. Aproximar o que inspira de verdade, não o que impõe padrões inalcançáveis. Entender que a vida real tem dias comuns, imperfeições e pausas. E que isso não diminui ninguém.

Se comparar é humano. Mas se diminuir não precisa ser.

No fim, a pergunta que fica é simples, mas poderosa: o que você consome todos os dias tem te feito florescer ou duvidar de si mesma?

Porque a forma como você se enxerga fora da tela ainda é o que mais importa.

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Izah Mendonça é jornalista, e apresentadora do programa Eu e Elas, o único do Estado voltado para o público feminino. Autora do livro Lisboa com Afeto, é também colunista, podcaster e empresária. Com 24 anos de carreira, atua dando voz as mulheres, fortalecendo histórias reais, o empreendedorismo, e a comunicação. É idealizadora do projeto 50tei e agora.

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Eu e elas

Esta coluna é um espaço dedicado a histórias que inspiram mulheres a serem protagonistas de suas vidas. Izah aborda empreendedorismo, comportamento, saúde, bem-estar e causas sociais, valorizando trajetórias reais, conexões e informação com propósito.