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CONVERGÊNCIA

Os robôs estão se aproximando cada vez mais dos seres humanos

O avanço dos robôs que se parecem conosco abre novas possibilidades e impõe reflexões sobre limites e responsabilidades

Tasso Lugon | 29/01/2026, 13:11 h | Atualizado em 29/01/2026, 13:11
Convergência

Tasso Lugon

Tasso Lugon é CEO da Banestes DTVM e especialista em tecnologia, inovação e transformação digital. Reconhecido nacionalmente, lidera projetos que unem setor público e financeiro para gerar impacto e inclusão. Sua trajetória inclui passagens pelo Tribunal de Justiça do ES, Ministério Público Estadual, Prefeitura de Vila Velha e Governo do Estado, sempre promovendo modernização e resultados.



          Imagem ilustrativa da imagem Os robôs estão se aproximando cada vez mais dos seres humanos
Tasso Lugon é CEO da Banestes DTVM e especialista em tecnologia, inovação e transformação digital |  Foto: Divulgação

A inteligência artificial, por muito tempo tratada como ficção científica, já é uma realidade presente em diversas áreas da nossa vida. E, dentro desse universo tecnológico, um dos campos mais curiosos, e talvez mais desafiadores, é o da robótica humanoide: robôs que se parecem e agem como a gente.

Robôs humanoides são máquinas projetadas para imitar o corpo e os movimentos humanos. Alguns têm braços, pernas, rosto expressivo, e até conseguem manter uma conversa ou reproduzir gestos comuns do nosso dia a dia. Eles já são usados em fábricas, hospitais, escolas e até como assistentes pessoais. E, à medida que a tecnologia evolui, vão ganhando cada vez mais funções, inclusive algumas que antes eram exclusivamente humanas.

A ideia parece saída de um filme futurista, mas já faz parte de pesquisas e testes mundo afora. Os desafios são muitos: fazer com que um robô ande em ambientes variados, entenda comandos, reconheça expressões, aprenda com o tempo e tome decisões. Mas não é só a parte técnica que está em jogo, há também questões éticas, culturais e sociais que precisamos discutir.

Afinal, até que ponto é saudável termos máquinas que se parecem conosco? Elas podem, por exemplo, cuidar de idosos solitários, atuar como tutores de crianças ou realizar tarefas de risco no lugar de um ser humano. Mas também levantam preocupações sobre desemprego, vigilância excessiva e até o nosso próprio senso de identidade.

E se um robô passar a entender emoções humanas? E se for mais eficiente, mais rápido, mais produtivo? Como será o convívio entre pessoas e máquinas no futuro? Teremos robôs como colegas de trabalho, companheiros de vida, conselheiros ou até mesmo substitutos em funções afetivas?

O avanço da robótica humanoide nos força a encarar essas perguntas. É possível que vejamos robôs cuidando de pacientes em hospitais, ensinando em salas de aula ou interagindo em lojas e repartições públicas. Em muitos casos, será difícil distinguir o que é humano e o que é artificial. E isso nos convida a refletir sobre o que, de fato, nos torna humanos.

Enquanto a tecnologia avança, o debate também precisa amadurecer. Precisamos discutir limites, direitos, responsabilidades e, acima de tudo, o impacto dessa nova convivência em nossa cultura, economia e relações sociais. Robôs não são apenas ferramentas, são símbolos de uma transformação maior, que exige atenção, ética e escolhas conscientes.

Mais do que temer os robôs, o desafio é entender como eles podem estar a serviço do bem-estar coletivo. E, para isso, precisamos estar por dentro do assunto, com olhos críticos, mente aberta e responsabilidade social.

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