Clássico sem dono: Desportiva e Rio Branco ficam no empate
Desportiva e Rio Branco empatam em 1 a 1, no estádio Engenheiro Araripe, em noite de festa das torcidas
O clássico entre Desportiva e Rio Branco terminou sem dono. Com uma linda festa das torcidas, que encheram as arquibancadas do estádio Engenheiro Araripe, em Cariacica, os rivais empataram em 1 a 1. O confronto contou com 4.523 torcedores pagantes e renda superior a R$ 90 mil.
Com o resultado, o time capa-preta seguiu na vice-liderança, com oito pontos, mesma pontuação do líder Serra. Já a Tiva subiu para a terceira posição, com sete. Ambos podem ser ultrapassados pelo Vitória ao fim da rodada.
O primeiro tempo da partida foi morno, com as principais chances sendo criadas pela Desportiva, através de chutes de fora da área.
Porém, na segunda etapa, tudo mudou e os gols saíram. Breno Melo, de falta, aos seis minutos, abriu o placar para os capa-pretas, e Tiago Moura, de pênalti, aos 17, empatou o confronto.
Na próxima rodada, a Tiva faz mais um novo clássico no Engenheiro Araripe. Desta vez, o adversário será o Porto Vitória, no sábado, às 16 horas. Já o Rio Branco entra em campo no domingo, às 18 horas, contra o Real Noroeste, no Kleber Andrade.
SALA “GEOVANI SILVA”
Na noite de ontem, a Desportiva inaugurou, no Araripe, a Sala de Reuniões e Imprensa “Geovani Silva”. O espaço passa a fazer parte da estrutura oficial do clube e presta homenagem a um dos maiores nomes da história grená e do futebol do Espírito Santo.
A iniciativa valoriza a trajetória de Geovani Faria da Silva, revelado pela própria Desportiva, onde iniciou a carreira profissional ainda muito jovem. Ao longo dos anos, o ex-meia construiu um caminho de grande destaque no futebol brasileiro e internacional, tornando-se ídolo do Vasco da Gama nos anos 1980 e uma das principais referências técnicas de sua geração.
Com a camisa da Seleção Brasileira, Geovani foi campeão mundial sub-20 em 1983, terminando a competição como artilheiro e melhor jogador, além de conquistar a medalha de prata nos Jogos Olímpicos de Seul, em 1988. O feito marcou a primeira medalha olímpica do futebol conquistada por um atleta capixaba.
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