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Gilmar Ferreira

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Colunista

Gilmar Ferreira

O resgate

Confira a coluna desta quarta-feira (02)

Gilmar Ferreira, do jornal A Tribuna | 02/04/2025, 10:59 h | Atualizado em 02/04/2025, 10:59

Imagem ilustrativa da imagem O resgate
Gilmar Ferreira

O Vasco estreia hoje à noite na Sul-Americana e me chama atenção sua pálida participação nos torneios continentais promovidos pela Conmebol. Essa será apenas a quarta edição do clube nos últimos 17 anos, marca pífia para quem carrega a flâmula de campeão de 1948, tido como a primeira competição oficial entre clubes sul-americanos. Esse baixo número de participações (2011, 18, 20 e 25) em mais de uma década e meia retrata a queda do prestígio da instituição.

E contrasta com a assiduidade no início do novo século. Afinal, o Vasco participou de quatro das oito edições iniciais (2003, 06, 07 e 08), quando já vivia no caos financeiro, e ainda assim era candidato ao título.

E o pior é que não se pode sequer atribuir a ausência na segunda competição mais importante na escala hierárquica da Conmebol ao fato de o clube estar envolvido com a disputa da Libertadores.

Porque após a conquista do título na edição de 1998, o Vasco jogou apenas nas edições de 99, 2001, 12 e 18 - quatro participações nos últimos 27 anos.

Essa busca pela recuperação da imagem institucional escora as decisões do presidente Pedro Paulo, o ídolo Pedrinho, no âmbito doméstico.

Quase sempre envolvido com as mazelas de sua política interna, o Vasco perdeu representatividade. Foi rebaixado quatro vezes, disputou cinco edições da Série B, mas agora parece disposto a recuperar sua imagem.

Essa história de não querer mandar seu clássico contra o Flamengo no Maracanã e tentar de todas as formas fazê-lo em São Januário é importante para o resgate da autoestima.

Vejo até pouca chance de a diretoria obter êxito na pretensão, mas considero digno não se curvar a pressões daqueles que não enxergam que o estádio, antes designado como a casa de todos os clubes do Rio, hoje tem dono e atrai vantagens.

Mandatário tricolor

A diretoria do Fluminense segue em busca de um treinador para o lugar do demitido Mano Menezes. Pouco se sabe sobre o nome escolhido pelo Mário Bittencourt. Apenas que não será brasileiro, o que descarta nomes como Tite, Renato Gaúcho, Fernando Diniz e Dorival. A intenção é ter no comando um treinador que tenha um modelo de jogo propositivo e que seja bom gestor de grupo.

O nome da vez é o do argentino Gabriel Milito, vice-campeão da Copa do Brasil e da Libertadores com o Atletico/MG no ano passado. Não há ainda consenso na cúpula tricolor. Vejamos

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