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Gilmar Ferreira

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Colunista

Gilmar Ferreira

Chega de improviso

Confira a coluna de domingo (30)

Gilmar Ferreira, colunista do jornal A Tribuna | 31/03/2025, 15:11 h | Atualizado em 31/03/2025, 15:11

Imagem ilustrativa da imagem Chega de improviso
Gilmar Ferreira

Consumada a saída de Dorival Júnior e de toda sua comissão técnica, a CBF tem agora dois meses para a montagem de nova estrutura em seu departamento de seleções. E, apesar do namoro com o italiano Carlo Ancelotti e do flerte com o português Jorge Jesus, visando à Copa do Mundo do ano que vem, a única certeza que se tem nos corredores da entidade é que o comandante do time nos jogos contra Equador e Paraguai, no início de junho, terá de ser um técnico inserido num contexto de médio e longo prazos.

Traduzindo: o fato de o presidente Ednaldo Rodrigues ser simpático à ideia de ter Ancelotti ou Jesus no cargo, a CBF considera difícil o acordo com um deles a tempo de estruturar o trabalho para os dois próximos confrontos.

Porque isso exige comprometimento, algo que nenhum dos dois poderá oferecer por estar envolvido com os jogos do Real Madrid e do Al Hilal, respectivamente. Ou seja: a partir de amanhã, Ednaldo, o executivo Rodrigo Caetano, o gerente geral Cícero Souza e o gerente técnico Juan avaliarão o cenário.

A grosso modo, a cúpula deveria se espelhar em modelos já aplicados por Argentina, com Lionel Scaloni; Espanha, com De La Fuente; e Inglaterra, com Gareth Southgate, por exemplo. Mas, por ora, não necessariamente visando colher resultados no Mundial que será disputado nos Estados Unidos, Canadá e México.

Ednaldo foi reeleito para novo mandato até 2030 e precisará de um trabalho estruturado. É mais do que pensar só na próxima Copa, o que não invalida ações emergenciais, tipo o acerto com Ancelotti ou Jesus.

O calendário de seleções prevê mais três datas Fifa este ano – quatro jogos pelas Eliminatórias da Copa, em junho e setembro, e dois amistosos em novembro. E entre 27 de setembro e 19 de outubro haverá o Mundial Sub 20, no Chile, título que o País não conquista há 14 anos. É base de alto nível para as Olimpíadas de Los Angeles, em 2028.

Ou seja: se o objetivo é construir algo em alto nível, não basta acreditar que o improviso será suficiente para recolocar o futebol brasileiro no patamar das grandes seleções…

Brasileirão

O campeonato que começa neste final de semana traz em seu bojo duas certezas: Flamengo e Palmeiras estarão entre os cinco primeiros no final das 38 rodadas, e nada foi feito pela CBF para evitar que a arbitragem deixe de estar no centro das grandes polêmicas.

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