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Sargento que agrediu frentista apresenta o 3º atestado médico

| 16/10/2020 07:49 h | Atualizado em 16/10/2020, 09:11

Imagem ilustrativa da imagem Sargento que agrediu frentista apresenta o 3º atestado médico
O sargento Clemilson Silva de Freitas, que agrediu um frentista em um posto de combustível em Vila Velha, apresentou a terceira licença médica. Segundo a Polícia Militar o sargento continua afastado e responde por um processo administrativo disciplinar.

No dia 28 de janeiro, o sargento entregou a primeira licença, com prazo de validade até 23 de junho. Em seguida, ele apresentou a segunda licença que valia até o dia 27 de outubro.

O Tribunal de Justiça recebeu a denúncia de agressão contra o sargento e a primeira audiência está marcada para 24 de novembro.

O caso aconteceu em janeiro deste ano, num posto de combustíveis, na Rodovia do Sol, em Itaparica, Vila Velha, quando o militar foi flagrado por câmeras de segurança agredindo um frentista.

O sargento deu um tapa no rosto do rapaz e ainda empunhou a arma em sua direção, após reclamar do atendimento prestado no posto.

Relembre o caso

No dia 22 de janeiro, o sargento foi ao posto onde o frentista Joelcio Rodrigues dos Santos, de 39 anos, trabalhava e não gostou quando o funcionário do local pediu para que ele descesse da moto durante o abastecimento do veículo.

“Eu expliquei que era protocolo de segurança ao cliente, mas ele achou ruim e agiu com grosseria. Até dei a opção para falar com o dono do estabelecimento, mas ele já saiu dizendo que ia voltar”, relatou Joelcio à reportagem de A Tribuna na época.

No dia seguinte, o PM retornou e foi atrás do frentista. Segundo Joelcio, o militar já chegou falando: “Pede para eu sair da moto agora”. Em seguida, partiu para agressão. Uma câmera de segurança do posto flagrou o momento em que o policial acerta um tapa no rosto do frentista.

Na época, a Polícia Militar informou, por meio de nota, que “adotou, desde o início, todas as providências necessárias à instauração do processo apuratório”. Preventivamente, o policial investigado foi afastado de suas funções operacionais.

Na época da agressão, a empresa transferiu Joelcio para outro posto, por medo de alguma retaliação por parte do militar. "Eles me deram até férias. Fiquei 30 dias em casa, porque meu psicológico não estava muito bem. E, mesmo depois de ter sido transferido e de todo esse tempo, eu continuo com medo dele voltar e tentar alguma coisa contra mim", afirmou.

Assista ao vídeo da agressão:

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