Atlético-MG vira a chave e cobra arbitragem na CBF
Após vencer clássico, Galo inicia preparação para a estreia no Brasileirão e manifesta preocupação com erros de arbitragem
A virada no clássico com o Cruzeiro serviu como impulso e também como ponto de alerta no Atlético/MG. Após vencer a Raposa por 2 a 1, no domingo, na Arena MRV, pela quinta rodada do Campeonato Mineiro, o Galo deixou a comemoração de lado e já voltou as atenções para a estreia no Brasileirão, marcada para quarta-feira (28), diante do Palmeiras, em Belo Horizonte.
Na manhã de ontem, o elenco se reapresentou na Cidade do Galo. Os jogadores que atuaram durante a maior parte do clássico realizaram atividades regenerativas, enquanto os demais participaram de um treino tático, dando sequência à preparação para o duelo contra os paulistas.
Além dos ajustes em campo, o Atlético vive a expectativa pela regularização do atacante Mateo Cassierra. O jogador ainda não teve o nome publicado no Boletim Informativo Diário (BID) da CBF e, por isso, segue impedido de fazer a estreia com a camisa alvinegra.
Outra preocupação da comissão técnica é a situação do lateral-direito Angelo Preciado. O equatoriano sofreu uma entorse no tornozelo esquerdo ainda no primeiro tempo do clássico e precisou ser substituído. Ele passará por uma nova avaliação ao longo do dia para que seja definida a gravidade da lesão.
Fora das quatro linhas, o clube também se movimenta nos bastidores. Antes do início do Campeonato Mineiro, o Atlético-MG irá à CBF para tratar da arbitragem. O CSO do clube, Paulo Bracks, manifestou preocupação com erros e afirmou que o Galo foi prejudicado em clássicos contra América e Cruzeiro.
Bracks classificou como “absurda” e “escandalosa” a não marcação de um pênalti sobre Bernard ainda no primeiro tempo da vitória por 2 a 1 sobre o Cruzeiro. No lance, o atacante tentou o drible sobre Kaiki e caiu após contato do braço direito do lateral na altura do peito.
“A arbitragem interferiu diretamente no jogo, mesmo com nossa vitória importantíssima. Nós não podemos deixar de destacar o absurdo que foi o pênalti (não marcado) no Bernard. Foi escandaloso, ao nosso ver. Não tem disputa de bola”, afirmou o dirigente.
A arbitragem do clássico não foi do quadro da Federação Mineira de Futebol, após pedido do Cruzeiro e sorteio realizado pela entidade máxima do futebol estadual. Davi de Oliveira Lacerda, do Espírito Santo, foi o árbitro de campo, com Daniel Nobre Bins, do Rio Grande do Sul, no comando do VAR.
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