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Associativismo: um caminho estratégico para a indústria

Em 2026, associativismo se firma como estratégia para fortalecer a indústria diante dos novos desafios

FÁBIO DIAS | 20/02/2026, 13:42 h | Atualizado em 20/02/2026, 13:42
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          Imagem ilustrativa da imagem Associativismo: um caminho estratégico para a indústria
FÁBIO DIAS é vice-diretor da Escola de Associativismo |  Foto: divulgação

O ano de 2026 se consolida como um período decisivo para a indústria. O avanço acelerado da tecnologia, a pressão por sustentabilidade, a escassez de mão de obra qualificada e a busca permanente por produtividade impõem desafios que já não podem ser enfrentados de forma isolada. Nesse cenário, o associativismo deixa de ser apenas uma alternativa e se afirma como um caminho estratégico para fortalecer a gestão, ampliar a competitividade e gerar resultados concretos.

O que surgiu ou ganhou força em 2025 não foi passageiro. Em 2026, tecnologias e conceitos passam a sustentar a operação industrial. A inteligência artificial deixa o campo experimental e passa a apoiar decisões em tempo real, integrando automações avançadas. A Indústria 4.0 se consolida com a digitalização do chão de fábrica, uso intensivo de dados, manutenção preditiva e otimização contínua da produção. A agenda ESG deixa de ser diferencial e se torna parte central do negócio, com eficiência energética, responsabilidade ambiental e exigências regulatórias mais rigorosas. Ao mesmo tempo, a relação entre pessoas e tecnologia evolui: o foco passa a ser a integração entre competências humanas e precisão das máquinas.

Esse novo contexto amplia desafios históricos. A falta de mão de obra qualificada se intensifica, assim como a necessidade de requalificação constante dos profissionais. O perfil buscado pelas empresas também muda: além da técnica, ganham espaço competências como adaptabilidade, pensamento crítico e resolução de problemas. É nesse ponto que o associativismo demonstra sua força.

O associativismo oferece soluções coletivas para problemas comuns. Empresas organizadas ganham poder de negociação, reduzem custos por meio do compartilhamento de serviços e fortalecem toda a cadeia produtiva. No campo da inovação, as associações facilitam o acesso a tecnologias emergentes, como inteligência artificial e análise de dados, além de promover capacitações e a troca de experiências entre empresas que enfrentam desafios semelhantes.

Na agenda regulatória e de sustentabilidade, o papel associativo é estratégico. A representação institucional fortalece o diálogo com governos e órgãos reguladores, contribuindo para políticas públicas mais equilibradas. As associações também apoiam a definição de padrões setoriais, conectam empresas a especialistas e auxiliam no cumprimento de exigências ambientais, de compliance e de segurança da informação.

Acreditamos no associativismo como força que une, transforma e desenvolve. Prova disso é que, no último ano, sindicatos da indústria capixaba que se destacaram pelo fortalecimento do associativismo foram reconhecidos na 2ª edição do Prêmio Boas Práticas Associativas, promovido pela Federação das Indústrias do Espírito Santo (Findes), por meio do Centro de Desenvolvimento do Associativismo (CDA).

Como recado final, vale lembrar o legado do Dr. Sérgio de Castro, idealizador da Escola de Associativismo: um associativismo forte, transparente e relevante é capaz de promover transformações reais na indústria e na sociedade.

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