Login

Esqueci minha senha

Não tem conta? Acesse e saiba como!

Atualize seus dados

ASSINE
Pernambuco
arrow-icon
  • gps-icon Pernambuco
  • gps-icon Espírito Santo
Pernambuco
arrow-icon
  • gps-icon Pernambuco
  • gps-icon Espírito Santo
ASSINE
Espírito Santo
arrow-icon
  • gps-icon Pernambuco
  • gps-icon Espírito Santo
Assine A Tribuna
Espírito Santo
arrow-icon
  • gps-icon Pernambuco
  • gps-icon Espírito Santo

OLHARES COTIDIANOS

Guns, Bell e Nossa Senhora: organizar também é saber viver

Com organização e planejamento, um fim de semana intenso de grandes eventos se transformou em experiências mais leves, completas e bem aproveitadas

Sátina Pimenta | 16/04/2026, 12:35 h | Atualizado em 16/04/2026, 12:35
Olhares Cotidianos, por Sátina Pimenta

Sátina Pimenta

Satina Pimenta é psicóloga, advogada e mestre em Administração, com atuação na interface entre Direito, Psicologia e Gestão. Docente, coordenadora acadêmica e pesquisadora, é Pró-Reitora e Coordenadora de Psicologia no Centro Universitário Estácio Vitória. Palestrante em saúde mental, lidera projetos acadêmicos e idealizou o app EmocionCare.

Siga o Tribuna Online no Google

Google icon

          Imagem ilustrativa da imagem Guns, Bell e Nossa Senhora: organizar também é saber viver
Sátina Pimenta é psicóloga clínica, advogada e professora universitária. |  Foto: Divulgação

O Espírito Santo mostrou, com muita clareza, para o que veio neste último fim de semana. Festa da Penha, show internacional do Guns N’ Roses e ainda corrida com micareta puxada por Bell Marques. Três eventos grandes, acontecendo praticamente ao mesmo tempo, e tudo funcionando. Tudo organizado. Foi, como a gente diz por aqui, “nós pocamos”. O capixaba está de parabéns.

Eu não fui em tudo — e está tudo certo. Me preparei mesmo foi para o show do Guns. A micareta com Bell até chamou atenção (não pela corrida, sejamos honestos). Já a Festa da Penha ficou como um desejo ainda não vivido da forma que eu gostaria.

Participar de uma romaria, subir o Convento, estar em uma missa… Isso ainda não entrou para a minha história, mas está na lista.

Agora, o que realmente me fez refletir nesse fim de semana não foi só o evento em si, mas o que veio antes dele: organização. Nada ali foi por acaso. Eu e minhas amigas nos organizamos desde o início. Compramos ingressos no primeiro lote, planejamos financeiramente, alinhamos transporte, horários, deslocamento.

Em casa, organizei meus filhos com meus pais com antecedência, deixei tudo estruturado para que eu pudesse estar tranquila.

Organizei também meu corpo para sustentar horas de show, espera e movimento. E, talvez mais importante, organizei o descanso depois, para conseguir voltar à rotina sem exaustão.

A organização apareceu até nos detalhes. Meu marido e eu planejamos com antecedência a roupa que queríamos usar. Ele comprou as bandanas, eu escolhi minhas peças, acompanhamos prazos de entrega, pensamos no tempo de chegada de tudo.

E conseguimos viver aquele momento exatamente como imaginamos — inclusive na forma de nos apresentar nele. Existe algo de muito potente em viver o que foi previamente sonhado. E é justamente aqui que entra a reflexão.

Na psicologia, quando falamos de funções executivas e autorregulação, estamos falando da capacidade de planejar, antecipar, organizar e sustentar ações em direção a um objetivo. Não é só sobre produtividade. É sobre conseguir viver experiências com mais qualidade, com menos desgaste e mais presença.

Porque a verdade é simples: não adianta querer viver bem sem se organizar minimamente para isso. Deixa a vida me levar é só uma música do Zeca Pagodinho, que inclusive já me organizei para ver no palco do Movimento Cidade em agosto.

Não se trata de engessar a vida, nem de controlar cada detalhe. Mas também não é sobre deixar a vida simplesmente acontecer. Entre o excesso de controle e o caos, existe um lugar possível — e necessário. Planejar não tira a espontaneidade, mas sustenta a experiência. Sustenta o prazer, sustenta o descanso, sustenta o depois.

O show foi incrível. O pós também foi. E essa experiência completa só foi possível porque houve organização antes.

Mais do que evidenciar a capacidade do Espírito Santo de realizar grandes eventos com excelência, esse fim de semana reforçou algo essencial: quando existe organização, a vida flui melhor, as escolhas ficam mais conscientes e os momentos bons, de fato, são aproveitados.

Viver é bom. Mas viver com intenção, preparo e organização é muito mais Massa! Viva o meu país Espírito Santo!

MATÉRIAS RELACIONADAS:

SUGERIMOS PARA VOCÊ:

Olhares Cotidianos, por Sátina Pimenta

Olhares Cotidianos, por Sátina Pimenta

Satina Pimenta é psicóloga, advogada e mestre em Administração, com atuação na interface entre Direito, Psicologia e Gestão. Docente, coordenadora acadêmica e pesquisadora, é Pró-Reitora e Coordenadora de Psicologia no Centro Universitário Estácio Vitória. Palestrante em saúde mental, lidera projetos acadêmicos e idealizou o app EmocionCare.

ACESSAR Mais sobre o autor
Olhares Cotidianos, por Sátina Pimenta

Olhares Cotidianos,por Sátina Pimenta

Satina Pimenta é psicóloga, advogada e mestre em Administração, com atuação na interface entre Direito, Psicologia e Gestão. Docente, coordenadora acadêmica e pesquisadora, é Pró-Reitora e Coordenadora de Psicologia no Centro Universitário Estácio Vitória. Palestrante em saúde mental, lidera projetos acadêmicos e idealizou o app EmocionCare.

Olhares Cotidianos, por Sátina Pimenta

Sátina Pimenta

Satina Pimenta é psicóloga, advogada e mestre em Administração, com atuação na interface entre Direito, Psicologia e Gestão. Docente, coordenadora acadêmica e pesquisadora, é Pró-Reitora e Coordenadora de Psicologia no Centro Universitário Estácio Vitória. Palestrante em saúde mental, lidera projetos acadêmicos e idealizou o app EmocionCare.

PÁGINA DO AUTOR

Olhares Cotidianos