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Cidades

'Morrer é ridículo’, escreveu sobrinha em carta aberta para médico morto no RS

Amanda Medice publicou a homenagem ao tio em seu perfil do Instagram


Imagem ilustrativa da imagem 'Morrer é ridículo’, escreveu sobrinha em carta aberta para médico morto no RS
Sobrinha e afilhada de Leandro, Amanda da Cruz estava trabalhando com o tio no instituto criado por ele |  Foto: Acervo de Família

A sobrinha e afilhada do médico Leandro Medice, de 41 anos, publicou uma carta aberta, no Instagram, em homenagem ao tio, que morreu ao ter um mal súbito enquanto atuava como voluntário no Rio Grande do Sul (RS) na segunda-feira (13).

No relato emocionante, a nutricionista Amanda Medice, de 22 anos, descreve o sentimento de imprevisibilidade da morte, conta sobre o almoço que tinham combinado e os planos do tio de reformar a casa. Leia a carta na íntegra abaixo.

"Carta aberta para o meu dindo: 🖤🥀

Morrer é ridículo.

Você combinou o que iríamos almoçar na semana seguinte, está com planos de reformar sua casa, está preocupado com contas, com várias ideias para o instituto… e do nada, pela manhã, morre. Como assim??? E os e-mails que você não leu? sua toalha molhada no varal? suas roupas para lavar? o instituto para limpar? os pacientes? a nossa família? Você passou mais de 10 anos estudando, se profissionalizando… fez fisioterapia, medicina, se especializou em cardiologia, intensivista, transplante capilar… De uma hora pra outra, tudo termina num infarto no meio da tragédia que você foi ajudar no Rio Grande do Sul.

Morrer é uma loucura. Te obrigada a sair da festa na melhor hora, sem se despedir de ninguém, sem ter um último abraço ou um último “te amo”. Dindo, meu amor, éramos tão iguais e nunca me imaginei escrevendo isso para você… para sempre serei sua filha, sua cópia!

Eu te amo além da vida,

com amor,

sua filha do coração,

Amanda."

Além de sobrinha e afilhada de Leandro, Amanda estava trabalhando com o tio no instituto criado por ele e que leva o nome do médico, voltado para a área também da medicina estética.

Em entrevista ao jornal A Tribuna, concedida na segunda-feira, Amanda descreveu o padrinho como alguém "extraordinário".

“Ele tirava a roupa do corpo para ajudar alguém. Ele era a base da nossa família, um médico excelente. Não se importava com classe social, não se importava com o que a pessoa tinha ou quem era. Ele escolheu a profissão certa, que amava, e a cumpriu com excelência. Nunca tive nada de ruim para dizer sobre ele, porque ele sempre foi um herói para mim. Agora, ele sempre será um herói para todos nós”, afirmou.

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