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VOZ DO CAFÉ

Feiras, o palco onde tudo acontece

Leia a coluna publicada neste sábado em A Tribuna

Matheus e Marcus Magalhães | 07/03/2026, 11:51 h | Atualizado em 07/03/2026, 11:51
VOZ DO CAFÉ

Marcus e Matheus Magalhães

Marcus e Matheus Magalhães são Analistas do Mercado Agro

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Em poucos dias, as feiras fazem o que meses de estrada não fazem. O que as feiras do agro no Espírito Santo revelam não é só animação de calendário.

É um lugar onde decisões acontecem. Em poucos dias, vemos tecnologia, crédito, assistência técnica, compradores e produtores comparando, negociando e fechando contrato na mesma mesa.

Quando vemos as feiras baterem recorde de público, com rodadas de negócios de milhões, nós não estamos diante de um evento, e sim de um mecanismo de mercado funcionando a todo vapor.

Para quem produz, a feira encurta caminho entre dúvida e escolha, entre pesquisa e compra, entre intenção e entrega.

Para quem vende, a feira reduz custo de prospecção e aumenta a chance de recorrência, desde que o pós-feira seja bem feito. Para a cidade, o dinheiro circula na hospedagem, no transporte, no comércio e nos serviços.

Para o Estado, a feira é vitrine e termômetro de um agro pujante, com um Valor Bruto de Produção (VBP) de R$ 31,2 bilhões em 2024 e exportações do agro de R$ 17,2 bilhões em 2025, 30,7% do total capixaba.

O que o mercado costuma não enxergar é que as feiras também são infraestrutura. É ali que a confiança se forma, que reputações se confirmam e que redes novas surgem.

Por isso há essa sensação de brainstorm coletivo. Todos estão na mesma frequência, com o mesmo objetivo, e o resultado aparece em investimento, parceria e produtividade.

O cenário que acreditamos é que uma boa feira é aceleradora do território, porque transforma conhecimento em capital. E o capital, por sua vez, percorre por toda a economia.

No Espírito Santo, essa engrenagem ganha ainda mais escala. Temos diversidade de produção, uma base forte no café, com liderança nacional no conilon e diversas outras culturas que tracionam o mercado interno e externo.

Na prática, precisamos ir às feiras com agenda, comparação e método, não com improviso. Precisamos medir custo, assistência, prazo e financiamento. E, do lado público, precisamos tratar essas feiras como ativo econômico, com logística, conectividade, segurança e calendário bem amarrado.

O horizonte à frente é de verdes campos: quando nós fortalecemos as feiras agropecuárias em todo o Espírito Santo, fortalecemos o caminho do interior para o mercado, e do mercado para a renda. E, num mundo mais disputado, quem encurta distância entre encontro e eficiência sai na frente.

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