Efeito da política na família
Eleições exigem voto consciente e compromisso real com o bem coletivo, não interesses pessoais
Cláudio Miranda, terapeuta de Família e Psicopedagogo Clínico
Claudio Miranda é psicopedagogo clínico, especialista em distúrbios de aprendizagem, com formação pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo e atuação no Ambulatório de Psicologia Infantil do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto. Especialista em TDAH, dislexia, autismo e outros transtornos do desenvolvimento, com publicação na Revista da FMRP-USP.
Siga o Tribuna Online no Google
Em época de eleição muitos homens e mulheres se candidatam a uma vaga nos vários cargos políticos disponíveis. Muitos se candidatam procurando regalias para si próprio e não em trabalhar para melhores condições de vida das pessoas.
Infelizmente, no imaginário popular a palavra política e corrupção caminham muito juntas. Há muito político de “carreira” que precisa deixar seu cargo pelo descaso e desinteresse com o povo e com as comunidades. Governar é cuidar e cuidar é amar. Quem não tem essa ideia em mente não pode mais ser reeleito. Se você não tem projetos e ações que minimizem o sofrimento do povo, não se candidate mais para não agravar o seu karma na eternidade.
Bons políticos trazem benefícios para a população. Um povo feliz e estabilizado economicamente e com bons recursos de educação, saúde e lazer será mais feliz e harmonizado na educação de seus filhos. Por isso é que política é assunto de terapeutas de família.
A prosperidade e a felicidade de um país podem ser medidas pelo grau de atenção que os seus políticos e governantes têm com a qualidade de vida do seu cidadão.
Um bom político não tomará o seu cargo como apenas um emprego e um meio de vida. Ele precisa ter em mente aquilo que faz de bom para a sociedade, aquilo que ele faz de bom aos outros com as suas leis, com seus investimentos, com seus projetos e com seus decretos.
Nisso se resume uma boa governança de um político do bem. Se não age assim, ele se perdeu na sua essência humanitária para se tornar um parasita social.
Políticos bons ou ruins, honestos ou desonestos, tiveram uma criação e uma educação na sua origem familiar. É assim que política e família estão altamente ligadas uma vez que o comportamento de um político, na maioria das vezes, será um reflexo da educação que ele recebeu um dia.
Um político com boa formação moral pensa no coletivo. Um filho bem orientado se tornará um adulto que não pensa em tirar do outro para o seu próprio benefício, gerando um desequilíbrio para a coletividade.
Vale lembrar que uma pessoa com boa formação moral não é necessariamente alguém ligado à alguma religião. Infelizmente, muitas religiões se perderam nos caminhos de uma política equivocada e desumana.
O mundo vai evoluindo para um lugar em que um país no plano coletivo não causa danos ao outro. O mundo é um só. A necessidade humana é uma só. O sentimento humano também é um só. Um país não se torna grande pela sua potência armamentista ou pela sua superioridade econômica.
Um país e seus governantes se tornam grandes por aquilo que geram de benefício e de equilíbrio à sua população e aos outros países.
Cabe a nós atentarmos às necessidades e carências que vivemos e descobrir qual é o candidato mais competente e humano para trabalhar para o povo e não para a sua família apenas. Nossa grande estratégia de mudança social e de nossas famílias é o voto.
Estamos numa era de mudança, o mundo está se tornando melhor. Que maus políticos sejam expostos e punidos. Que boas pessoas em todo o Brasil entrem para o campo político e trabalhem honestamente para uma sociedade melhor.
MATÉRIAS RELACIONADAS:
SUGERIMOS PARA VOCÊ:
Papo de Família, por Cláudio Miranda, terapeuta de Família e Psicopedagogo Clínico
Claudio Miranda é psicopedagogo clínico, especialista em distúrbios de aprendizagem, com formação pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo e atuação no Ambulatório de Psicologia Infantil do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto. Especialista em TDAH, dislexia, autismo e outros transtornos do desenvolvimento, com publicação na Revista da FMRP-USP.
ACESSAR
Papo de Família,por Cláudio Miranda, terapeuta de Família e Psicopedagogo Clínico
Claudio Miranda é psicopedagogo clínico, especialista em distúrbios de aprendizagem, com formação pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo e atuação no Ambulatório de Psicologia Infantil do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto. Especialista em TDAH, dislexia, autismo e outros transtornos do desenvolvimento, com publicação na Revista da FMRP-USP.
Cláudio Miranda, terapeuta de Família e Psicopedagogo Clínico
Claudio Miranda é psicopedagogo clínico, especialista em distúrbios de aprendizagem, com formação pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo e atuação no Ambulatório de Psicologia Infantil do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto. Especialista em TDAH, dislexia, autismo e outros transtornos do desenvolvimento, com publicação na Revista da FMRP-USP.
PÁGINA DO AUTOR