Vitória alcança marca de 2ª capital com maior número de redução de mortes violentas
Cidade teve redução de 52,6% de letalidade nos últimos três anos
A cidade de Vitória, capital do Espírito Santo, alcançou a marca de capital com a segunda maior redução de mortes violentas do Brasil. Segundo o levantamento divulgado pelo jornal Poder 360, que compara dados oficiais de diferentes capitais brasileiras, Vitória teve redução de 52,6% de letalidade nos últimos três anos.
De acordo com os dados, a capital capixaba passou de 22,7 mortes violentas em 2022, para 17,1 em 2025. Os números ficam na frente de cidades como Aracaju, em Sergipe, e Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, com respectivamente 48,5% e 43,6%, e só perde para Manaus, capital do Amazonas, com 62,2%.
Vitória tem se destacado pela queda de violência nos últimos anos. O ano de 2025 se encerrou como o mais seguro em 29 anos, com o menor número de homicídios no município.
O secretário municipal de Segurança Urbana, Amarílio Boni, considera os resultados fruto de um trabalho técnico e estratégico.
“Vitória se destaca no país porque adotou um modelo de gestão baseado em planejamento, inteligência e atuação integrada. Trabalhamos com análise de dados, mapeamento de cenários e estratégias coordenadas entre as forças de segurança. Nada disso é casual: é a combinação de tecnologia, presença qualificada e cooperação institucional que tem salvado vidas e transformado a experiência de segurança no cotidiano da nossa população”, afirma Boni.
Cenário
A redução das mortes violentas em Vitória não decorre apenas das ações de segurança pública, mas também da forma como foram articuladas as políticas complementares em áreas como educação, saúde, assistência social e infraestrutura urbana.
“A cidade investiu na ampliação da educação em tempo integral, ações de urbanismo e atendimento social que estimularam a reocupação dos espaços públicos. Iluminação pública, revitalização de praças e parques, e a promoção de atividades culturais e esportivas também tiveram papel relevante na criação de ambientes mais seguros e acolhedores”, pontuou o prefeito da capital, Lorenzo Pazolini.
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