Dia Mundial da Segurança Alimentar
Atualmente, no mundo, estima-se que uma em cada 10 pessoas adoece após consumir alimentos contaminados
Gabriela Rebello
Gabriela Rebello é nutricionista, especialista em saúde feminina, estética, nutrição esportiva e comportamento alimentar. Colunista de A Tribuna, professora e coordenadora do curso de Nutrição em instituição de ensino superior, integra o quadro de nutricionistas do Hospital Albert Einstein na Grande Vitória, unindo ciência, prática clínica e cuidado humano.
O Dia Mundial da Segurança Alimentar este ano chega à sua quinta edição ganhando cada vez mais relevância em todo o mundo. Celebrado anualmente em 7 de junho, tem como objetivo ajudar a prevenir, detectar e gerenciar riscos de origem alimentar, contribuindo para a segurança dos alimentos e da saúde humana.
A data foi criada pela Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO) em 2019, sendo uma oportunidade para fortalecer os esforços para reduzir o risco de doenças transmitidas por alimentos e garantir que os alimentos que ingerimos sejam seguros.
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Existem mais de 250 tipos de Doenças Transmitidas por Alimentos (DTA), sendo que a maioria delas são infecções causadas por bactérias e suas toxinas, vírus e outros parasitas.
Atualmente, no mundo, estima-se que uma em cada 10 pessoas adoece após consumir alimentos contaminados, e que 420 mil pessoas morrem a cada ano, sendo que crianças menores de 5 anos são as mais afetadas, com 125 mil mortes anuais.
Nesse contexto, o papel do nutricionista é fundamental. O profissional de nutrição é responsável por orientar a população sobre a importância de uma alimentação saudável e equilibrada, além de ajudar a identificar e prevenir problemas relacionados à alimentação, como a desnutrição, a obesidade e as doenças crônicas não transmissíveis.
O nutricionista também desempenha um papel importante na garantia da segurança alimentar. Ele trabalha para garantir que os alimentos sejam produzidos, armazenados, transportados e preparados de maneira segura e higiênica, minimizando o risco de contaminação por microrganismos nocivos e outros perigos.
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Além disso, o nutricionista também pode fazer parte de equipes multidisciplinares que trabalham para desenvolver políticas públicas e programas de educação alimentar e nutricional, com o objetivo de promover a segurança alimentar e nutricional em comunidades carentes e vulneráveis.
Individualmente, uma vez que a que a saúde é um bem coletivo, além de conhecer essa cadeia e exigir práticas mais seguras, os consumidores podem praticar a manipulação segura de alimentos em casa seguindo as cinco chaves para alimentos mais seguros, recomendadas pela OMS:
- Mantenha a limpeza.
- Separe alimentos crus dos cozidos.
- Cozinhe completamente os alimentos.
- Mantenha os alimentos a temperaturas seguras.
- Use água e matérias-primas seguras.
Em resumo, o Dia Mundial da Segurança Alimentar é uma oportunidade importante para aumentar a conscientização sobre a importância da segurança alimentar e nutricional em todo o mundo, onde a prevenção é, sem dúvidas, sempre o melhor caminho. E, nesse contexto, você, consumidor, tem um papel fundamental nesse processo.
Todos podem desempenhar um papel ativo na prevenção de doenças transmitidas por alimentos. “Segurança dos alimentos, assunto de todos”.
Siga a discussão no Twitter: #SegurancadosAlimentos. Referência: Opas/OMS.
Gabriela Rebello é nutricionista
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Saúde não é moda, é construção diária. Nesta coluna semanal, você vai entender como alimentação, comportamento, emoções e estilo de vida impactam seu corpo e sua mente. Reflexões práticas, ciência aplicada e estratégias reais para viver com mais equilíbrio, energia e consciência.