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Política

“Lula precisa assumir a articulação”, avalia Casagrande

Casagrande prevê a eleição do ano que vem menos polarizada e alertou Lula sobre dificuldades com o Congresso Nacional


Imagem ilustrativa da imagem “Lula precisa assumir a articulação”, avalia Casagrande
Renato Casagrande comentou cenário político nacional |  Foto: Leone Iglesias/AT

O governador Renato Casagrande (PSB) comentou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) precisa assumir pessoalmente a articulação política. A declaração foi feita em entrevista publicada na sexta-feira (26) pela revista IstoÉ. 

Casagrande se refere ao fato de o governo federal  estar passando por diversas dificuldades para aprovar matérias no Congresso. De acordo com ele, esse tem sido o maior desafio do presidente da República.

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“O Presidente precisa assumir a articulação. Temos um Congresso conservador, a eleição de 2018 levou a uma presença forte de partidos conservadores no Congresso. Quando tem algum projeto com algum componente ideológico, há dificuldade”, analisou Casagrande.

Como exemplo, o governador do Estado citou o Projeto de Lei das Fake News. 

“Não teve ambiente para ser votado ainda. Matérias que estão acima das questões ideológicas terão mais chance de serem aprovadas. Matérias com o mínimo de comprometimento ideológico vão exigir muito esforço do governo federal.”

Outro ponto abordado pelo governador  durante a entrevista foi o cenário das eleições municipais de 2024. Segundo  ele, a polarização do próximo pleito irá depender do desempenho do governo do presidente Lula. 

“Minha observação, principalmente a partir do Espírito Santo, é que o tensionamento se reduzirá. A tendência é  as pessoas olharem um pouco mais para o ambiente local”, comentou.

Em 2022, o Espírito Santo foi o único estado do Brasil em que um governador foi eleito sem estar vinculado a um candidato a presidente que foi vitorioso no local. 

Arcabouço

Na mesma entrevista, ao falar sobre responsabilidade fiscal, Renato Casagrande aproveitou para elogiar as novas regras fiscais propostas pela equipe econômica do governo federal. 

Segundo o governador, o arcabouço fiscal proposto pelo ministro Fernando Haddad é considerado  moderno.

“Ele tem um teto que pode variar de acordo com a receita. É mais inteligente do que um teto rígido. Do jeito que foi apresentado, é uma proposta inovadora que dará uma direção”, finalizou o governador.

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