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Suspeito de atirar em militar na Serra morre em confronto com a polícia

O crime contra o policial, que segue internado em estado grave, aconteceu na última quarta (9)

Amanda Drumond e Jaciele Simoura | 12/02/2022 08:48 h | Atualizado em 12/02/2022, 10:03

Vídeos divulgados pela polícia mostram o momento do ataque ao Policial. Destaque: Douglas Bragança, morto em confronto neste sábado |
Vídeos divulgados pela polícia mostram o momento do ataque ao Policial. Destaque: Douglas Bragança, morto em confronto neste sábado | |  Foto: Reproduções de Vídeos/ SESP | Divulgação
  

O acusado de tentar matar o policial militar Fernando da Cruz Comper, de 33 anos, na tarde da última quarta-feira (9), na Serra, foi morto durante confronto com a Polícia Militar, na madrugada deste sábado (12), em Nova Carapina, na mesmo município. 

Douglas Bragança, de 21 anos, estava escondido em uma casa com a namorada, que ainda não foi identificada, e outras quatro pessoas, quando militares chegaram no local e foram recebidos a tiros por eles.

Durante o confronto, o casal foi baleado, sendo que Douglas levou cinco tiros e a namorada dois. Os outros criminosos fugiram. Os dois chegaram a ser socorridos para o Hospital Estadual Jayme dos Santos Neves, também na Serra, mas não resistiram aos ferimentos.

A polícia chegou até o acusado através de denúncias que informaram que ele estava escondido na região. Com o casal foram apreendidas duas armas.

O crime

O policial Fernando Comper, de 33 anos foi baleado com 2 tiros na cabeça em frente a super mercado em Nova Carapina 2, na Serra |
O policial Fernando Comper, de 33 anos foi baleado com 2 tiros na cabeça em frente a super mercado em Nova Carapina 2, na Serra | |  Foto: Acervo Pessoal
 

A tentativa de assassinato aconteceu no início da tarde da última quarta (9). O soldado da PM estava parado na esquina de uma rua do bairro Nova Carapina II, quando os acusados passaram por ele e atiraram, momentos depois. Um deles ainda levou a arma do militar, que estava à paisana. 

Câmeras de segurança flagraram o momento exato do crime. De acordo com a polícia, a morte do PM foi encomendada por vingança, após um tiroteio que aconteceu um mês antes, atrás de uma escola.

O policial segue internado em estado grave, mas estável, em coma induzido na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) de um hospital de Vitória.

Prisão

Nesta sexta-feira (11), a Polícia Civil anunciou a prisão de duas pessoas acusadas de envolvimento no caso. Um deles seria o executor e o outro era o responsável por vigiar o policial. A matéria completa sobre a investigação, prisões e andamento do caso, você pode ler no Jornal A Tribuna deste sábado (12)

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