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Prejuízo de até R$ 350 mil com golpe do bilhete premiado na Grande Vitória

A organização criminosa é formada por cinco pessoas, sendo um capixaba e outros do Rio Grande do Sul.

Redação Tribuna Online, com informações de Kananda Natielly | 21/07/2022 13:48 h | Atualizado em 21/07/2022, 14:40

Material apreendido com golpistas
Material apreendido com golpistas |  Foto: Divulgação Polícia Civil
 

Uma quadrilha que aplicava o golpe o bilhete premiado em todo o Brasil fez, pelo menos, seis vítimas no Espírito Santo. Essas pessoas são idosas e tiveram prejuízos de R$ 20 mil a R$ 350 mil, segundo as investigações da Polícia Civil. 

A organização criminosa é formada por cinco pessoas, sendo um capixaba e outros do Rio Grande do Sul. Dois homens, de 32 e 36 anos, e uma mulher, de 38 anos, foram presos pela equipe da Delegacia Especializada de Falsificações e Defraudações (Defa) na última segunda-feira (18), acusados de participar do grupo. A polícia não informou se algum deles é o morador do Espírito Santo.

Com eles um "kit bilhete premiado" com vários envelopes, blocos de notas promissórias, cartões de plástico parecidos com os de crédito, lacres, uma bolsa malote, diversas borrachinhas de dinheiro e dois falsos bilhetes premiados de dois concursos de 2022.

De acordo com a polícia, a quadrilha atuou no Espírito Santo entre novembro do ano passado e julho deste ano. Nesse período, foram identificadas seis idosos que caíram no golpe aplicado pela quadrilha. 

O titular da Defa, delegado Douglas Vieira, explicou que cada integrante tem uma função no golpe. O primeiro suspeito é o integrante da quadrilha que mora no estado, onde a ação será praticada. Essa pessoa é responsável por observar as vítimas na agência e tentar levantar informações sobre ela. Entre esses dados estão o perfil e até a religião. 

O segundo integrante é responsável por vigiar a região onde a quadrilha vai aplicar o golpe e identificar se há policiais por perto ou se o idoso está acompanhado de algum familiar na agência bancária. 

Outros dois são os que abordam as vítimas. O primeiro deles com o bilhete premiado e o outro oferece ajuda, além de combinar com a vítima de comprar o bilhete e dividir o valor do prêmio a ser resgatado.

O último integrante entra em contato por telefone com a vítima e se passa por atendente do banco. Esse golpista é responsável por agendar a entrega do prêmio para o dia seguinte. Quando a vítima chega na agência, descobre o golpe.

“Vale o alerta. Falou em bilhete premiado, acione imediatamente o policial mais próximo ou procure a delegacia de polícia mais próxima”, afirmou o delegado.

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