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Polícia

Operação contra falso consórcio interdita empresa na Serra

Três pessoas foram presas durante ação, que aconteceu nessa na quinta-feira


Imagem ilustrativa da imagem Operação contra falso consórcio interdita empresa na Serra
Equipe durante ação contra golpe do falso consórcio |  Foto: Reprodução / TV Tribuna / SBT

Três pessoas foram presas e uma empresa foi interditada durante uma ação da Polícia Civil nesta quinta-feira (02), na "Operação Consórcio Fake". A empresa localizada no Bairro de Fátima, na Serra, fazia anúncios de vendas de carros e imóveis com preços atrativos para aplicar golpes em possíveis compradores.

Os anúncios de financiamento de carros e motos eram feitas pela internet. Os preços, mais baixos que os geralmente praticados, e as facilidades no pagamento, atraiam clientes. Uma das vítimas do golpe chegou a ser agredida com arma de choque quando tentou exigir o dinheiro da venda.

Brunelle Loureiro, atendente de farmácia, contou à reportagem do Tribuna Notícias que viu na oferta uma oportunidade de comprar um carro. "Ele [golpista] falou comigo que seria um financiamento, que eu daria um valor de entrada para adquirir o carro", relatou.

Ela foi até a empresa na Serra e pagou a quantia de R$ 4 mil em dinheiro. Logo após, Brunelle recebeu a ligação de uma outra vítima, alertando sobre o golpe. Ela tentou pedir o dinheiro de volta, mas acabou sendo agredida por um funcionário da empresa, com uma arma de choque. 

"Eles me ameaçaram, me agrediram com aparelho de choque na minha barriga e nas minhas costas", detalhou a vítima, que passou por exame de corpo de delito, comprovando as lesões. Brunelle contou que a avó dela estava junto no momento e também foi agredida, com um chute no joelho. 

Segundo o delegado Eduardo Passamani, as condições de pagamento eram um dos fatores que atraíram compradores. Os produtos eram oferecidos mesmo para clientes sem margem de crédito ou negativados. "Colocavam um preço mais baixo e aí as pessoas acabam entrando em contato com a empresa", detalhou.

A empresa já estava sendo investigada pela Delegacia do Consumidor e foi interditada durante esta terceira fase da Operação Consórcio Fake. Desde julho do ano passado, sete empresas foram interditadas, 11 pessoas foram presas em flagrante e centenas de funcionários identificados, que podem responder pelo esquema. 

A polícia investiga ainda uma pessoa que seria a responsável por treinar essa rede criminosa. "Essa pessoa de fora do Estado faz o treinamento mais amplo de todas essas empresas que participam do esquema. essas empresas vão sendo abertas e essa pessoa vai ganhando um percentual em cima do lucro ilegal dessas pequenas empresas", explicou o delegado. 

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