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Polícia

Rodrigo Carvalheira: segunda prisão e novas alegações de obstrução à Justiça

Empresário entrou sorrindo na Delegacia da Mulher e, depois, foi levado para o Cotel


Imagem ilustrativa da imagem Rodrigo Carvalheira: segunda prisão e novas alegações de obstrução à Justiça
Rodrigo (à esquerda) já foi acusado de tentar obstruir a Justiça uma vez, conversando com uma amiga delegada, Natasha Dolci |  Foto: Frame da T

Na manhã desta quinta-feira (6), o empresário Rodrigo Carvalheira, 34 anos, foi preso pela segunda vez, no bairro de Boa Viagem, na Zona Sul do Recife. Rodrigo foi levado à Delegacia da Mulher, no bairro de Santo Amaro, e entrou no local para prestar depoimento sorrindo.

Ele estava em liberdade provisória, com tornozeleira eletrônica, mas, segundo o Ministério Público, teria tentado obstruir a investigação ao tentar conversar com uma das vítimas de suposto estupro.

Rodrigo já foi acusado de tentar obstruir a Justiça uma vez, conversando com uma amiga delegada, Natasha Dolci, que foi punida com afastamento por 120 dias. Ela, contudo, negou que tivesse tentando interferir no caso na época.

Natasha disse que a situação poderia ser comprovada pelas ligações do celular. Em mensagens, ela perguntava as novidades do caso a Rodrigo, de modo que, segundo ela, isso mostra que não tinha acesso aos processos.

O empresário já foi acusado em quatro processos, sendo um deles, por estupro de vulnerável - pessoa menor de 14 anos. Carvalheira solto com tornozeleira eletrônica em 17 de abril depois de passar seis dias preso no Cotel. Ele foi liberado para responder aos crimes em liberdade.

Segundo o Ministério Público, Rodrigo fez uma ligação para o tio de uma suposta vítima. Nesta ligação, teria pedido ajuda. A ligação, neste caso, foi feita antes de Rodrigo ser preso pela primeira vez.

“O Ministério Público pediu minha prisão por uma suposta mensagem de interferência, porque eu liguei [para o amigo] para ligar para a sobrinha dele e para saber que história era essa”, disse Rodrigo Carvalheira, em entrevista à TV Globo.

De acordo com Carvalheira, a vítima de um dos inquéritos procurou outras mulheres que, supostamente, também teriam sido estupradas por ele. Ele disse que uma das mulheres negou qualquer envolvimento, por isso ele ligou para o tio dela.

Rodrigo Carvalheira rejeitou qualquer envolvimento com a sobrinha desse amigo e disse estar sendo perseguido pela vítima que entrou em contato com as outras mulheres.

“Ela criou um grupo com algumas mulheres, porque ela era a minha melhor amiga, e ela colocou pessoas que eu sequer nunca fiquei. [...] Algumas amigas minhas me contaram e foi aí que eu fiquei sabendo que estava tendo um B.O contra mim”, contou o empresário.

O empresário contou ter se relacionado com a vítima de um dos inquéritos, de forma consensual, no carnaval de 2019.

Segundo ele, essa mulher era sua amiga desde a adolescência e questionou a versão de que a relação se tratasse de um estupro, pois organizou o aniversário dela no ano seguinte.

“Eu acho que uma data de estupro, deve ser uma data marcante para qualquer mulher [...]. Eu transei com ela no carnaval, 3 de março de 2019. Em 6 de março de 2020, ou seja, um ano e três dias depois, era aniversário dela. Ela fez aniversário no meu restaurante e eu organizei tudo. Então vamos parar para imaginar, eu vou ligar para o cara que me estuprou e vou pedir para ele organizar a minha festa de aniversário? Não faz sentido”, declarou.

O mandado contra Rodrigo foi expedido pela 1ª Vara Criminal da Capital. Ele foi preso por policiais da 1ª Delegacia Especializada em Atendimento à Mulher, localizado no bairro de Santo Amaro, no Centro do Recife.

O empresário foi levado para o Instituto de Medicina Legal (IML) e, depois, seguiu para o Centro de Observação e Triagem Professor Everardo Luna (Cotel), em Abreu e Lima, no Grande Recife.

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