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EU, CONSUMIDOR

O Pix ficou mais difícil. Para os golpistas

Já estão valendo novas ferramentas digitais de segurança que dificultam a ação de criminosos especializados em sumir com o seu dinheiro

Edilson Vieira | 02/02/2026, 20:06 h | Atualizado em 02/02/2026, 20:06
Eu, consumidor

Edilson Vieira

Formado em jornalismo pela Universidade Católica de Pernambuco, com pós-graduação em Ciência Política pela mesma instituição. Trabalhou com marketing político. Atuou como repórter, produtor, e editor de texto de TV, e ainda como assessor e gerente de comunicação em assessorias de imprensa de empresas públicas. Foi repórter e colunista no Sistema Jornal do Commercio de Comunicação por 11 anos, nas editorias de Veículos e Economia. Está no Portal Tribuna Online PE desde julho de 2023.



          Imagem ilustrativa da imagem O Pix ficou mais difícil. Para os golpistas
Ficou mais fácil recuperar dinheiro perdido em caso de golpe |  Foto: Arquivo/Agência Brasil

Se você, assim como eu, já sentiu aquele frio na espinha ao confirmar um Pix ou conhece alguém que caiu na lábia de um golpista, a notícia de hoje é um alento. Nesta segunda-feira (2), o Banco Central deu um "upgrade" necessário nas regras de segurança do nosso queridinho sistema de pagamentos. E olha, a mudança não é perfumaria, não.

A grande estrela da vez é o chamado MED 2.0 (Mecanismo Especial de Devolução). Sabe aquela tática clássica dos criminosos de receber o dinheiro e espalhá-lo imediatamente por dez contas diferentes para "perder o rastro"? Pois é, o BC resolveu atacar justamente aí.

O que muda no seu bolso (e na segurança dele)

A partir de agora, o sistema não olha só para a primeira conta que recebeu o seu dinheiro. Ele consegue rastrear as contas intermediárias. É como se o banco agora tivesse um GPS para seguir o dinheiro, mesmo que ele seja pulverizado. Se o golpista transferir o fruto do roubo para outra conta, o bloqueio alcança essa segunda (ou terceira) conta também.

O bloqueioe é a jato. Notou algo errado? Denunciou? As contas suspeitas podem ser bloqueadas preventivamente antes mesmo da análise final. É o "prende primeiro, pergunta depois" que o sistema precisava. O BC projeta que a recuperação dos valores aconteça em até 11 dias. Pode parecer muito para quem está no prejuízo, mas é um salto enorme perto do que tínhamos.

Outra novidade é o botão do pânico. Agora é obrigatório que o seu app tenha um botão de contestação direto no autoatendimento. Nada de ficar horas no telefone tentando explicar o óbvio para um atendente.

O "pulo do gato" das estatísticas

Especialistas do setor estão otimistas, a estimativa é que essas mudanças barrem até 40% dos golpes bem-sucedidos. É um golpe duro na logística do crime organizado, que usava as chamadas "contas de aluguel" ou "contas laranjas" com uma facilidade irritante.

Um aviso de amigo, o MED é para fraudes e golpes. Se você digitou o CPF errado ou mandou dinheiro para o ex por engano num momento de recaída, o mecanismo não serve para isso. Erro de digitação continua sendo responsabilidade do usuário, combinado?

O manual de sobrevivência: caiu no golpe?

Se acontecer com você, o relógio é seu pior inimigo. O passo a passo agora é este:

Conteste imediatamente pelo app do seu banco (procure o botão do MED).

O banco de origem avisa o banco do golpista em até 30 minutos.

O dinheiro é bloqueado na conta de quem recebeu (e nas contas seguintes, se for o caso).

As instituições analisam a fraude e, se confirmada, o estorno é feito.

No fim das contas, o Pix continua sendo uma revolução, mas estava precisando de cercas mais altas. Com o rastreamento multicamadas, o BC mostra que está cansado de ver o dinheiro público e privado sumir em segundos.

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Eu, consumidor, por Edilson Vieira

Formado em jornalismo pela Universidade Católica de Pernambuco, com pós-graduação em Ciência Política pela mesma instituição. Trabalhou com marketing político. Atuou como repórter, produtor, e editor de texto de TV, e ainda como assessor e gerente de comunicação em assessorias de imprensa de empresas públicas. Foi repórter e colunista no Sistema Jornal do Commercio de Comunicação por 11 anos, nas editorias de Veículos e Economia. Está no Portal Tribuna Online PE desde julho de 2023.

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Eu, consumidor,por Edilson Vieira

Formado em jornalismo pela Universidade Católica de Pernambuco, com pós-graduação em Ciência Política pela mesma instituição. Trabalhou com marketing político. Atuou como repórter, produtor, e editor de texto de TV, e ainda como assessor e gerente de comunicação em assessorias de imprensa de empresas públicas. Foi repórter e colunista no Sistema Jornal do Commercio de Comunicação por 11 anos, nas editorias de Veículos e Economia. Está no Portal Tribuna Online PE desde julho de 2023.

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Direitos do consumidor explicados de forma direta. Dicas para economizar ou aproveitar descontos e vantagens. O que o consumidor deve saber para melhorar sua experiência de consumo, você vê nesta coluna semanal do Tribuna Online PE