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PEDRO VALLS FEU ROSA

O sal da vida

Histórias inusitadas mostram como imprevistos podem transformar casamentos em verdadeiros episódios de caos e surpresa

Pedro Valls Feu Rosa | 06/04/2026, 13:14 h | Atualizado em 06/04/2026, 13:14
Pedro Valls Feu Rosa

Pedro Valls Feu Rosa

Pedro Valls Feu Rosa é desembargador ex-presidente do TJES e do Tribunal Regional Eleitoral do Espírito Santo. Bacharel em Direito pela UFES, é autor de obras jurídicas e idealizador de projetos inovadores como o “Botão do Pânico”, vencedor do Prêmio Innovare.

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          Imagem ilustrativa da imagem O sal da vida
Pedro Valls Feu Rosa é desembargador do Tribunal de Justiça do Espírito Santo. |  Foto: Arquivo/AT

Cada um de nós já soube de pelo menos uma festa de casamento que tenha dado errado. São azares que fazem parte da vida. Não dá para evitá-los. O negócio é torcer para que não aconteçam – mas eles acabarão acontecendo.

Recordemos, a propósito, o caso do japonês Tatsuhiko Kawata. Imaginem que o dito cujo descobriu, na véspera do casamento, que não queria mais ir ao altar. O problema é que ele estava envergonhado de confessar isto para sua noiva, os parentes e os convidados. A solução que ele arrumou: tacou fogo no hotel em cujas dependências o casamento iria acontecer. Foi um pandemônio: convidados e noiva fugindo desesperados, os bombeiros tentando controlar o incêndio e a polícia atrás de Tatsuhiko - que pelo menos permaneceu solteiro. Preso, mas solteiro.

Quem também acabou no xadrez foi a noiva inglesa Nicola Hutin. Na festa de seu casamento, muito alegre, ela começou a beber descontroladamente. Daí para uma briga com um dos convidados foi um pulo. O problema é que ela resolveu brigar de faca na mão, e quase que as bodas acabaram no necrotério municipal.

Por falar nisso, merece menção a incrível festa de casamento realizada em Astrakhan, na Rússia, durante a qual um dos convidados sacou uma pistola e começou a brincar de roleta-russa. Sobrou para um dos infelizes participantes do sinistro torneio, que acabou se ferindo gravemente.

O episódio seguinte aconteceu em Houston, nos EUA. Durante uma festa de casamento um dos convidados decidiu assaltar, a bico de revólver, o DJ. Como ele nada tinha de valor, o convidado-ladrão acabou dando uns tiros para o ar e roubando dos noivos um jarro de cristal.

Não menos sofrido foi um casamento realizado em Melton, no Reino Unido. Para começar, um dos pajens começou a ficar roxo, teve um colapso e foi levado às pressas para um hospital. Poucos minutos depois foi a vez da mãe do noivo perder os sentidos - foi socorrida pela mesma ambulância que havia levado o menino. Logo depois que os médicos saíram levando a senhora para o hospital um dos convidados passou mal, ao receber pelo celular a notícia do falecimento de seu pai. Durante a festa do casamento - sim, eles insistiram em manter a festa - uma peça de vidro caiu sobre a cabeça de uma criança, causando diversos cortes. Logo depois outra criança caiu e abriu a cabeça. Um caso sério, este casamento.

Mas o episódio mais incrível de todos vem lá da Itália. Trata-se da noiva que derrubou um avião ao praticar o tradicional ato de jogar um bouquet de flores para as mulheres presentes. Tudo começou quando os dois pombinhos tiveram a ideia de alugar um avião para irem embora da festa e lá de cima jogarem as flores para os convidados. E assim fizeram. O problema é que as flores foram sugadas pelo motor, que pegou fogo. Seguiu-se a queda do avião no meio dos convidados. Felizmente ninguém morreu, e apenas um dos passageiros machucou-se com o acidente.

Diante de tantas e tão loucas confusões, fiquei a recordar Lêdo Ivo, ao exclamar que o “absurdo é o sal da vida”!

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Pedro Valls Feu Rosa é desembargador ex-presidente do TJES e do Tribunal Regional Eleitoral do Espírito Santo. Bacharel em Direito pela UFES, é autor de obras jurídicas e idealizador de projetos inovadores como o “Botão do Pânico”, vencedor do Prêmio Innovare.

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Pedro Valls Feu Rosa é desembargador ex-presidente do TJES e do Tribunal Regional Eleitoral do Espírito Santo. Bacharel em Direito pela UFES, é autor de obras jurídicas e idealizador de projetos inovadores como o “Botão do Pânico”, vencedor do Prêmio Innovare.

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