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Sesa orienta a evitar aglomerações em feriado

| 06/10/2020 20:25 h | Atualizado em 06/10/2020, 22:59

Praia da Costa,  Vila Velha, reuniu muitos banhistas em dia de forte calor
Praia da Costa, Vila Velha, reuniu muitos banhistas em dia de forte calor |  Foto: Leone Iglesias/AT

O feriado de Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil, será comemorado na próxima segunda-feira (12). Para que não ocorra aumento no número de casos de Covid-19 no Espírito Santo, o subsecretário estadual de Vigilância em Saúde, Luiz Carlos Reblin, orienta as pessoas que pretendem sair de casa para aproveitar a folga que evitem aglomerações.

Em entrevista coletiva, na segunda-feira (5), Reblin e o secretário estadual da Saúde, Nésio Fernandes, informaram que houve aumento no número de casos de Covid-19 nas cidades nas quais foram observadas cenas de aglomeração. A tendência de momento nesses municípios, revelaram eles, é de uma nova queda na quantidade de pacientes.

“A recomendação é a mesma: a gente pode, obviamente, festejar o feriado, viajar, mas tem que ir com cuidado. As regras de distanciamento, fazer o uso de máscara, que é um item obrigatório hoje, a gente não pode deixar de usar no cotidiano, e fazer a higienização das mãos. São regras básicas”, frisa Reblin.

De acordo com ele, essas recomendações, em especial a de não aglomeração, valem para todos os dias e não apenas nos feriados. O subsecretário ainda enfatiza que as pessoas precisam ter consciência para buscar estabelecimentos que respeitem as normas e assim respeitam o consumidor. “A fiscalização vai passar e orientar. Claro que, se houver risco grande, há o fechamento e a punição, mas depois ela vai sair. Não vai ficar 24 horas”.

Com a queda no número de contaminações, mortes e internações por conta da Covid-19, o governo iniciou nos últimos meses uma série de flexibilizações que permitiram a reabertura dos comércios, shoppings, parques, cinemas, teatros e outros setores.

“Retomamos boa parte das atividades com segurança e para cada atividade a Sesa, junto com a secretaria correspondente a aquela atividade, elaborou protocolos para que esse retorno seja de maneira segura. Essas regras não custam nada a pessoa. O distanciamento, por exemplo, não envolve um valor financeiro”, sustenta Reblin.

No início da pandemia, a orientação era sempre de se manter em casa e sair apenas em caso de necessidade. Hoje, a orientação ainda vale, mas com a flexibilização, mais pessoas têm saído para trabalhar, se exercitar ou exercer alguma atividade.

Apesar do aumento na circulação de pessoas nas ruas e das flexibilizações, o subsecretário salienta que pessoas do grupo de risco da doença devem permanecer em casa. Já quem precisa sair para cumprir alguma rotina deve observar as regras de distanciamento, higienização das mãos e uso da máscara.

“Esse é o nosso futuro, independente da vacina. A gente ainda não tem uma vacina para afirmar quando ela vai estar disponível e, até mesmo depois dela, a gente ainda vai precisar adotar protocolos. A tendência será essa da doença não desaparecer e vamos ter que aprender como humanidade, todo mundo vai ter que aprender uma nova relação entre as pessoas”, analisa Reblin.
 

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