Login

Esqueci minha senha

Não tem conta? Acesse e saiba como!

Atualize seus dados

ASSINE
Pernambuco
arrow-icon
  • gps-icon Pernambuco
  • gps-icon Espírito Santo
Pernambuco
arrow-icon
  • gps-icon Pernambuco
  • gps-icon Espírito Santo
ASSINE
Espírito Santo
arrow-icon
  • gps-icon Pernambuco
  • gps-icon Espírito Santo
Assine A Tribuna
Espírito Santo
arrow-icon
  • gps-icon Pernambuco
  • gps-icon Espírito Santo

Gilmar Ferreira

Gilmar Ferreira

Colunista

Gilmar Ferreira

O enigma alvinegro

Confira a coluna de domingo (02)

Gilmar Ferreira, colunista do jornal A Tribuna | 03/03/2025, 14:47 h | Atualizado em 03/03/2025, 14:47

Imagem ilustrativa da imagem O enigma alvinegro
Gilmar Ferreira

Sigo a acreditar no projeto da Eagle Holding, majoritária da Botafogo SAF. E a narrativa do americano John Textor, comparando a situação do clube em 2021 com a atual, sob a ótica de uma perspectiva de futuro, encerra a discussão sobre a importância do movimento feito pelo clube associativo ao privatizar o seu departamento de futebol. Ponto final.

Isso, no entanto, não invalida a vigília, a insatisfação e os protestos da torcida com o planejamento da empresa para este primeiro semestre do time. A perda das Copas (Supercopa e Recopa) somada à campanha ruim (muito ruim!) no Estadual fez os botafoguenses reviver os dias de amargura que juravam ter ficado em décadas passadas - no período pré-SAF.

A falta de transparência ainda é um ponto a se ajustar na relação com investidores dos clubes-empresa. E a entrevista do advogado lusitano Luis Miguel, que faz parte do staff de Jorge Jesus, falando de pendências financeiros com ex-treinadores portugueses, soa mal.

Ainda mais, se somada à fala de Artur Jorge, que disse “os adeptos não sabem de tudo sobre a situação do clube. São indícios de que algo há.

Se realmente existem essas dificuldades, Textor deveria ser mais eficiente na comunicação. Porque na cabeça do torcedor do Botafogo não entra essa história de que a SAF do clube possa ter problemas financeiros. Para este (e qualquer outro que hoje torça por um clube-empresa), não faz o menor sentido fazer parte de um conglomerado que demonstre fragilidade no caixa.

Não me parece o caso da Eagle, que já investiu cerca de R$ 500 milhões na remontagem do time do Botafogo para este ano. Mas, na minha leitura, a contratação do também português Renato Paiva, depois de dois meses de procura, está mais para o objetivo de trabalhar no desenvolvimento dos “crias” da base do que para o fato do ex-treinador do Bahia ser adepto do futebol ofensivo.

Paiva, de 54 anos, 15 dos quais dedicados às categorias de base do Benfica, coube no orçamento da SAF Botafogo. E o que John Textor espera é que ele possa manter o time no alto patamar competitivo, e incrementar a arrecadação com transferências internacionais.

Mercado que hoje é disputado palmo a palmo por Flamengo e Palmeiras. Faz parte do projeto da Eagle aumentar a fatia da participação do Botafogo neste mercado.

MATÉRIAS RELACIONADAS:

SUGERIMOS PARA VOCÊ: