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Brasil

Governo do Rio vai pagar R$ 5 mil por cada fuzil apreendido por policiais

Os policiais terão direito a receber o bônus tanto se a apreensão for em serviço, quanto em caso de folga


Imagem ilustrativa da imagem Governo do Rio vai pagar R$ 5 mil por cada fuzil apreendido por policiais
Fuzil apreendido: bonificação para policiais |  Foto: Divulgação / Polícia Federal

O governo do Estado do Rio de Janeiro vai pagar um bônus de R$ 5 mil a cada policial civil ou militar que apreender um fuzil sem registro ou autorização para porte. O valor será pago ao final de cada semestre e não depende de prisão em flagrante de quem estiver com a arma.

A medida foi publicada no Diário Oficial do Estado (DOE) desta segunda-feira (21) e já está valendo. "Essa é mais uma ação estratégica para atender o plano de redução da letalidade policial por parte do Estado do Rio de Janeiro. Apenas neste semestre, as forças de segurança alcançaram a incrível marca de 366 fuzis apreendidos", disse o governador Cláudio Castro (PL).

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Os policiais terão direito a receber o bônus tanto se a apreensão for em serviço, quanto em caso de folga. Todos os fuzis apreendidos passarão por perícia para atestar seu funcionamento. Agentes que estiverem afastados dos serviços por medida disciplinar não terão direito ao bônus.

"Com essa premiação, pretendemos reduzir ainda mais o poder bélico dos criminosos. Fuzil é arma de guerra, quanto mais tirarmos das mãos dos bandidos, menos será necessário que nossos policiais civis e militares usem", comentou Castro.

A medida já havia sido anunciada pelo governador há alguns meses, e agora foi oficializada. Em abril, em entrevista ao Estadão, Cláudio Castro apontou para o crescimento da apreensão de armas de grosso calibre no Rio como uma das justificativas para as frequentes operações policiais em favelas

"O que está havendo é um combate e evitar que essas forças criminosas avancem em território, ganhem espaço. Eles têm um poder bélico que inclusive tem aumentado. Este ano, o que aumentou de apreensão de fuzil é uma enormidade. Aumentou acho que 300%. Mas aumentou assim absurdamente. A pergunta é: será que está entrando agora? Será que está entrando mais arma e droga agora? Será que o controle de fronteira piorou?", comentou Castro, na ocasião.

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