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Sherlock

| 27/05/2021, 10:02 h | Atualizado em 27/05/2021, 10:09
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Folha de São Paulo

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A nomeação de Roger Alves Vieira para o cargo de diretor na Secretaria Especial de Cultura do governo federal, comandada por Mario Frias, resultou em um “minidossiê” difundido nos últimos dias por radicais nos grupos de aplicativos de conversa de servidores.

Intitulado “Mario Frias nomeia petista”, o documento sublinha passagens de Vieira pela administração do ex-governador Fernando Pimentel (MG) e de Juninho (PSB), ex-prefeito da cidade mineira de Mário Campos eleito em coligação com PT.

Resposta
Vieira, responsável pelo departamento de Registro, Acompanhamento e Fiscalização da secretaria, rebateu o material em mensagem enviada aos servidores em que afirma nunca ter sido filiado ou concorrido a cargos eletivos pelo PT. Ele diz que sua atuação no governo de MG e na prefeitura de Mário Campos teve caráter técnico.

Ti-ti-ti
Ao Painel ele classificou o documento espalhado nos aplicativos de mensagem como fofoca, possivelmente com o objetivo de derrubá-lo, e explicou que sua nomeação no governo de Jair Bolsonaro, em 11 de maio, foi endossada por Frias, que já o conhecia.

Histórico
Em abril, a coluna mostrou que olavistas e outros radicais de direita que trabalham na Secretaria da Cultura de Bolsonaro têm elaborado dossiês fundamentados na orientação política de servidores que desejam que sejam exonerados ou promovidos.

Sem medo
O governador de Roraima, Antônio Denarium (sem partido), diz que falará à CPI da Covid sem pedir habeas corpus por não ter nada a esconder. Ele foi um dos nove chefes de Executivos estaduais convocados porque suas gestões foram alvos de operações da Polícia Federal.

Peito aberto
“Acho muito bom fazer a investigação sobre qualquer tipo de desvio de dinheiro público. Esse mal tem que ser combatido”, afirmou.

Polêmico
A PF realizou a operação Desvid-19 em Roraima, que ganhou forte repercussão ao flagrar o senador Chico Rodrigues (DEM-RR) com dinheiro na cueca.

Cuidado
A Alai (Associação Latino-Americana de Internet) divulgou nota em que afirma estar preocupada com o decreto debatido pelo governo federal para limitar a exclusão de posts. Um dos pontos negativos do atual texto, diz a associação, é o possível impacto no combate à fraude e à lavagem de dinheiro.

Alô
O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), se encontrou ontem, em Brasília, com o presidente do MDB, Baleia Rossi (SP), para falar sobre a construção de 3ª via para 2022.

Bola dividida
Com a investida, o gaúcho busca criar pontes com o MDB e avançar sobre o território de seu adversário interno, João Doria (PSDB), de quem Baleia é aliado. O MDB do RS sinalizou apoio a Leite, e o MDB em SP tem aliança com o governador paulista.

Espera
O presidente da Frente Nacional de Prefeitos, Edvaldo Nogueira (PDT), aguarda desde o dia 20 de abril uma resposta da ministra Flávia Arruda (Secretaria de Governo da Presidência) sobre um pedido de audiência.

Crise
Além de pandemia, o representante dos chefes do Executivo das 400 maiores cidades do país diz que o encontro é urgente para tratar da queda de arrecadação das empresas de transporte público.

Ajuda
Segundo Nogueira, é necessário discutir aporte emergencial de recursos federais, estimado pela FNP em R$ 5 bilhões, e uma articulação entre o governo e o Congresso para evitar o colapso do sistema de transporte causado pela queda no número de passageiros.

Deu...
Deputados que solicitaram a João Doria em 11 de maio uma reunião a respeito da venda do terreno em que está a sede do Sindicato dos Metroviários de SP, na zona leste, reclamam do que chamam de jogo de empurra.

...caixa
A abertura dos envelopes está marcada para amanhã . Eles pediram audiência com Doria, ouviram que falariam com o secretário Cauê Macris (Casa Civil), que disse que o assunto deveria ser tratado por Alexandre Baldy (Transportes), e até agora não foram recebidos. Os metroviários dizem ver motivação política na tentativa de venda do terreno enquanto eles fazem campanha salarial.

Tiroteio
“Vidas não têm patentes. A postura de negar leitos não é compatível com o sentimento que o povo tem pelo Exército”.

De Marcelo Ramos (PL-AM), deputado e vice-presidente da Câmara, sobre notícia de que Forças Armadas negaram leitos em hospitais.

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