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Foi dada a largada

| 04/01/2021, 10:37 h | Atualizado em 04/01/2021, 10:40
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Folha de São Paulo

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Com o anúncio da Fiocruz no fim de semana de que pretende comprar 2 milhões de doses prontas da vacina da AstraZeneca/Oxford, gestores estaduais de saúde já preveem o início de uma corrida para saber quem vai emplacar primeiro a vacinação em massa: o governo federal ou São Paulo, com a Coronavac.

A aposta é que Eduardo Pazuello (Saúde) vai antecipar todos os cronogramas para tentar largar na frente de João Doria, que marcou para 25 de janeiro o início da vacinação no estado.

Picadinha
A expectativa é que Pazuello anuncie o início da imunização em janeiro hoje. A pressão que já era grande aumentou após a vacinação na Argentina. O governo avalia se poderá ser possível alcançar a proteção com apenas uma dose. Os testes da vacina de Oxford estão sendo feitos com duas doses.

Pódio
“A disputa é pela vida, o que queremos é vacinar”, afirmou o secretário de Saúde de São Paulo, Jean Gorinchteyn, que negou qualquer prejuízo à estratégia paulista. O plano dele é entregar os pedidos para uso emergencial e definitivo da Coronavac na Anvisa nesta semana. A Fiocruz também trabalha com este prazo.

Alívio
Gorinchteyn informou que dois dos quatro casos suspeitos de infecção pela nova mutação do coronavírus em São Paulo foram descartados após sequenciamento genético.

Eles haviam chegado doentes do Reino Unido e, por isso, foram investigados. Os outros dois casos tiveram novas amostras recolhidas no fim de semana e terão o resultado liberado hoje.

Fumaça
Produtores rurais do interior de São Paulo preparam um “tratoraço” na quinta-feira contra o corte de incentivos fiscais promovido pela gestão João Doria (PSDB).

Organizadores dizem que mais de 150 sindicatos rurais confirmaram a participação em cidades como Araçatuba, Barretos, Ribeirão Preto, Catanduva e Mogi das Cruzes.

Fogo
“Atravessamos uma pandemia e ainda teremos que enfrentar alta na carga tributária. E depois vão culpar os produtores rurais pelos preços”, diz Fábio Brancato, do Sindicato Rural da Alta Noroeste. Itens como leite, ovos e ração animal, que eram isentos, passarão a ter alíquota de 4,14%.

Round
Representantes das centrais sindicais marcaram para amanhã sua primeira reunião do ano. Querem pressionar pela volta do auxílio emergencial e pela vacinação.

Resolução
O deputado José Guimarães (PT-CE) diz que há maioria no partido para declarar apoio a Baleia Rossi (MDB) hoje. “Estamos tratando da nova gestão da Câmara. Nada além disso”, disse ele, afastando projeções sobre alianças em 2022.

Lista
Guimarães afirmou que são quatro os pontos cruciais para o PT na eleição da presidência da Casa: defesa da democracia, independência do Legislativo, derrota do candidato de Jair Bolsonaro e uma plataforma que seja capaz de frear as “aleivosias de Paulo Guedes (Economia)”.

Foco
“O Brasil agoniza e a saída que ele apresenta é a reforma administrativa, não há plano para o emprego. A gestão da Câmara tem que atuar”, disse.

Campanha
Aliados de Baleia esperam pelo apoio do PT, o mais numeroso da Câmara, para engrossar o lançamento da candidatura do deputado, previsto para quarta-feira.

Racha
Já o PSOL está dividido ao meio entre apoiar Baleia Rossi ou lançar candidatura própria, diz Sâmia Bomfim, líder do partido que conta com dez parlamentares.

Juntos
Ela defende a primeira opção. “Acho importante compor o bloco. Com exigências claras, como a aprovação de uma renda básica, não pautar nenhum retrocesso na 'agenda de costumes', não pautar privatizações nem autonomia do BC”, afirma.

Alvo
Sâmia classifica Arthur Lira (PP), candidato do governo, como “perigo real”. “Acho ruim o PSOL ser identificado como a sigla que não atuou ativamente para derrotá-lo”.

Unidos
Presidente do PSD, Gilberto Kassab diz que os 35 deputados do partido devem optar por Lira. “Bancada tem autonomia. Mas praticamente todos fechados com Arthur, a começar pelo atual e futuro líderes”, diz. Sai Diego Andrade (MG) e entra Antonio Brito (BA) no comando da bancada.

Tiroteio
“Não suavizar o fim de um programa social que custou cerca de 3% do PIB em meio ao recrudescimento da pandemia é cruel”.

Do economista Daniel Couri, diretor da IFI (Instituição Fiscal Independente) sobre a interrupção do auxílio emergencial neste ano.

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