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PAINEL

Sem festa

| 29/12/2020, 10:37 h | Atualizado em 29/12/2020, 10:41
Painel

Folha de São Paulo

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A posse de Bruno Covas (PSDB) e dos vereadores eleitos na Câmara Municipal de São Paulo nesta sexta-feira será despida de caráter festivo.

Em razão do agravamento da pandemia para a fase vermelha na cidade, o Legislativo baixará um ato hoje com restrições mais rigorosas nos protocolos de segurança. Também regulamentará a possibilidade de que vereadores participem apenas virtualmente da cerimônia e da eleição do presidente da Casa.

#emcasa
A Mesa da Câmara recomendará que os vereadores participem do evento virtualmente, mas não impedirá a entrada dos que preferirem comparecer fisicamente. A entrada de público será proibida e cada vereador só poderá levar um convidado e um funcionário ao seu gabinete. A presença no plenário será exclusiva para vereadores e para o prefeito.

Melhor idade
O regimento da Casa estabelece que a sessão solene deve ser presidida pelo vereador mais velho. No caso, será Eduardo Suplicy (PT), de 79 anos, que também foi o mais votado nas últimas eleições. Ele já avisou que vai ao evento.

Distanciamento I
No Rio, a sessão será presidida pelo mais votado, Tarcísio Motta (Psol). Cesar Maia (DEM), que está em casa desde março e evitou até a cerimônia de diplomação (feita por meio de procuração e à distância), já avisou que tampouco irá fazer o juramento presencial na Câmara carioca.

Distanciamento II
“Assinarei o livro de posse bem cedo e retorno para casa em sessão remota”, afirmou ao Painel o ex-prefeito, que é pai de Rodrigo Maia (DEM-RJ). Ele também evitará a cerimônia de Eduardo Paes no Palácio da Cidade, à tarde, evento que foi limitado a 30 convidados.

Esclareça
A Justiça de Pernambuco pediu explicações ao governo do Amapá sobre uma aeronave cedida pela Polícia Federal. A juíza Amanda Torres de Lucena Diniz Araujo, que autorizou o uso do avião, quer saber se existiram questões políticas envolvidas no processo. Ela pergunta também se os requisitos que determinou foram cumpridos.

Polêmica
Como mostrou a Folha no início do mês, Davi Alcolumbre (DEM-AP) foi quem intermediou o empréstimo da aeronave ao estado. A ligação de um delegado da Polícia Federal com o senador criou mal-estar no órgão.

Batata...
Servidores do STF afirmam que não cabia ao médico Marco Polo Dias Freitas, exonerado do cargo de secretário de serviços integrados de saúde da Corte, informar ao presidente, Luiz Fux, do pedido por vacinas contra a Covid-19 enviado à Fiocruz.

...quente
Na estrutura da Casa, a função seria do superior hierárquico dele, Edmundo Veras dos Santos Filho, diretor-geral da Corte e que segue na função. Fux disse que não autorizou o pedido e não havia sido informado.

Segue
Freitas ocupava o cargo desde 2014, é servidor concursado e, portanto, retomará atividades no STF em janeiro, sem receber o adicional de função. Procurado, ele não respondeu a questionamentos enviados pelo Painel.

Público e notório
O procurador do Distrito Federal, Frederico Paiva, afirmou em despacho que Jair Bolsonaro e aliados usam linguagem agressiva para se referir a seus opositores, “sendo inúmeras as declarações públicas que demonstram total desapreço pelas regras de etiqueta e comunicação verba”.

Iguais
O integrante do Ministério Público decidiu pelo arquivamento de uma notícia de fato contra um jornalista acusado de incentivar a violência ao criticar o Presidente.

Livres
Para Paiva, trata-se de liberdade de expressão, tanto de um lado quanto de outro. “O País viveu mais de 20 anos sob o regime de censura e a atual ordem constitucional assegura plena liberdade de crítica aos poderosos de plantão”.

Mudou, mudei
O documento elaborado pela oposição com uma lista de compromissos entregue a Baleia Rossi (MDB-SP) ontem fala por alto contra as privatizações. Uma das razões é que nem Rossi nem líderes da esquerda creem que Jair Bolsonaro se empenhará em colocar alguma estatal à venda após o discurso na Ceagesp, em que prometeu não privatizá-la.

Tiroteio
“Vários países já estão vacinando. Onde está a vacina para os brasileiros? Tem previsão? Tem presidente em Brasília?”

Do ex-ministro Sergio Moro, criticando o que ele considera negacionismo do governo Bolsonaro no combate à Covid-19.

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