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Notificação

| 27/12/2020, 07:35 h | Atualizado em 27/12/2020, 07:38
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Folha de São Paulo

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Por meio de uma ação judicial, a Petrobras comunicou 23 envolvidos na Lava a Jato que pretende cobrar deles indenizações milionárias por causa dos esquemas de corrupção que desviaram recursos públicos da empresa. Quase todos são delatores. Entre os avisados estão Marcelo Odebrecht, os marqueteiros João Santana e Mônica Moura, o operador financeiro Adir Assad, o ex-tesoureiro do PT João Vaccari, e o ex-presidente da Andrade Gutierrez, Otávio Marques de Azevedo.

Lista

Nenhum dos ex-diretores da estatal está entre os notificados. Questionada sobre o critério utilizado para escolher quem acionaria, a companhia não respondeu. O único que não é delator entre os comunicados é Vaccari.

Briga

A defesa de um dos intimados, o empresário Mário Góes, única a se posicionar até agora, manifestou “irresignação” com a pretensão da Petrobras. Na petição, disse que a empresa desrespeita o acordo de colaboração do cliente. Afirmou que a estatal ignora o fato de as delações premiadas terem ajudado no ressarcimento bilionário que teve.

Ativo

Em nota, a Petrobras disse que empreende todos os esforços para proteção dos seus interesses e que medidas como essa servem para resguardar interesses da empresa “enquanto pendentes cumprimento de acordos e tramitações processuais pertinentes”. Afirmou ainda que seguirá adotando ações cabíveis contra empresas e indivíduos que lhe causaram prejuízos.

Recado

Em reunião com um grupo de 270 investidores de uma corretora, a BGC Partners, o deputado Arthur Lira (PP-AL) disse que, se for eleito presidente, vai respeitar a proporcionalidade das bancadas da Câmara na hora de distribuir a relatoria de projetos e que, por isso, há textos do governo que devem ficar nas mãos da oposição.

Prospecção

O deputado afirmou também que sua ideia é descentralizar as decisões e compartilhar a definição de pautas com o colégio de líderes da Casa. Além de tentar atrair o mercado, o integrante do PP deu as declarações em busca de votos da esquerda.

Fica para depois

A saída de Onyx Lorenzoni (Cidadania) é dada como certa no governo e entre parlamentares. Integrantes da equipe do presidente Jair Bolsonaro dizem, porém, que isso só ocorrerá após a eleição de presidentes da Câmara e do Senado.

Triturador

Em depoimento para a Polícia Federal e ao Ministério Público no início de dezembro, a viúva de Gustavo Bebianno afirmou que destruiu o último celular do marido, um iPhone X. Renata Bebianno, que é advogada, foi ouvida na investigação sobre esquema de disparos de WhatsApp na campanha de 2018, caso revelado pela Folha.

Será

Questionada se fez pesquisas no telefone do ex-ministro de Bolsonaro, ela disse que não. As respostas não convenceram investigadores. Bebianno chegou a ser intimado antes de morrer, mas não deu tempo de ser ouvido.

Detalhes

Renata contou na oitiva que seu marido vinha se queixando de fraqueza nos dias que antecederam a morte. Ele morreu após um infarto, segundo a certidão de óbito.

Enfim

A Amazon informou à Secretaria Nacional do Consumidor que vai ingressar na plataforma “consumidor.gov”, serviço público que permite o diálogo direto entre consumidores e empresas para solução de conflitos de consumo pela internet.

Atraso

Em maio, a empresa chegou a afirmar que não tinha interesse em entrar. Depois, disse que tinha limitações técnicas. A Senacon havia colocado 30 de dezembro como prazo final para a adesão.

Pra trás

No pedido que fez à Economia de um crédito extra de R$ 390 milhões para produção de uma vacina brasileira para Covid-19, o Ministério da Ciência e Tecnologia afirmou que a pandemia mostrou que o Brasil está “demasiadamente dependente da importação de produtos para a saúde, principalmente de IFAs (insumo farmacêutico ativo)”, o que precisa ser mudado.

Devagar

A nota técnica que embasa a solicitação cita como exemplo a “escassez de testes diagnósticos e ventiladores ocorridas no País no inicio das ações de enfrentamento” do coronavírus.

Tiroteio

“Começo a entender o 'foco, força e fé' do Covas: foco em tirar direitos, força para aumentar o salário e fé que o povo não veja”.
De Antônio Neto, presidente municipal do PDT, sobre o aumento de salário do prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB-SP).

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