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AT EM FAMÍLIA

Desmaio, náusea e suor frio podem indicar infarto

| 07/12/2020, 18:37 h | Atualizado em 07/12/2020, 18:45
AT em Família

Redação jornal A Tribuna



          Imagem ilustrativa da imagem Desmaio, náusea e suor frio podem indicar infarto
O cardiologista Henrique Bonaldi destacou que até febre pode ser sinal de que o paciente está infartando |  Foto: Divulgação

Muitas pessoas costumam associar o infarto a uma dor forte no peito que irradia para o braço. Entretanto, nem sempre há dor, mas outros sinais não tão conhecidos, como desmaio, náusea e suor frio.

Esses sintomas dificultam o diagnóstico da doença, que requer atendimento médico urgente. A cada minuto que se passa até receber o socorro adequado, mais a condição do paciente se agrava. Por isso, a qualquer indício de que está infartando, é necessário correr para o pronto-socorro.

Em entrevista ao AT em Família, o cardiologista Henrique Bonaldi destacou a necessidade da agilidade em ser avaliado pelo especialista. Segundo ele, as doenças cardiovasculares, que incluem o infarto, são a maior causa de morte no mundo, sendo responsáveis por 350 mil óbitos por ano no Brasil.

AT em Família – Os hábitos da vida moderna podem aumentar o risco de infarto?

Henrique Bonaldi – Sim, e muito! A maior epidemia no mundo não é a Covid-19, e sim a obesidade causada pela chamada Síndrome Metabólica. O nosso modo de viver é o culpado direto por essa síndrome.

Há 40 anos, para ir à padaria você andava, subia escadas, comprava menos alimentos processados (já que não existiam tantos na época). Se movimentava mais.
Hoje é só dar dois cliques no celular e, em 20 minutos, está na sua frente uma comida mais saborosa.

O paciente sempre sente quando está infartando?

Dor? Não. O paciente raramente só sente dor. Geralmente o infarto é descrito como um desconforto, um mal-estar no peito que vem junto com outras coisas como suor frio, náusea, piora com esforço e melhora com repouso. Reforçando que às vezes não há dor!

Se a dor não for o sintoma principal, o paciente pode sentir também outros sintomas, como mal-estar, desmaio, desconforto e suor inexplicável. Até febre pode nos ajudar a pensar que se trata de um infarto. Por isso, um bom cardiologista é decisivo nesta hora, pois fica muito difícil dar o diagnóstico.

Como proceder caso suspeite que está infartando?

Correr para o pronto-socorro sempre! Não tem essa de ficar em casa esperando piorar.

Pensemos: O vaso do seu coração está se fechando. A cada minuto que passa, ele fecha mais um pouco. É isso que te dá sintomas. Vai esperar para ele fechar ainda mais e causar um estrago maior?

As medicações que os médicos fazem logo na sua entrada são decisivas para não permitir que esse vaso continue se fechando.

Quais as recomendações para quem já infartou? É necessário mudar o estilo de vida?

Claro: Comer o mesmo, não se exercitar da mesma forma, fumar igual, beber o mesmo tanto que antes. Foi isso tudo que levou ao infarto. Então o paciente deve entender que agora não é mais uma questão de “se”, e sim de “quando” vai acontecer novamente.

Ao passo que os indivíduos que se reinventam têm quase a mesma chance de infartar que os que nunca infartaram.

Para os que já infartaram sem ter outras doenças associadas, é melhor se cuidar muito mais.

Para todos, enfatizo que ter um cardiologista que sabe ajudar com as medicações corretas, sabe acompanhar essa mudança de estilo de vida é mais que fundamental. É caso de vida ou morte. O infarto mata 350 mil pessoas por ano no Brasil.

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