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PAINEL

Investimento

| 05/12/2020, 11:05 h | Atualizado em 05/12/2020, 11:51
Painel

Folha de São Paulo

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A campanha de Bruno Covas (PSDB) recebeu ao menos 40 doações de funcionários da Prefeitura de São Paulo, somando cerca de R$ 170 mil. As maiores vieram de secretários. O mais generoso foi Vitor Aly (Obras), com R$ 20 mil.

Edson Aparecido (Saúde) e Rubens Rizek (Justiça) deram R$ 15 mil, enquanto Edson Caram (secretário-executivo) contribuiu com R$ 12 mil. Vários servidores que já passaram pela SPTuris (que administra o complexo do Anhembi) ou estão lá deram dinheiro.

Lupa
A prática não é ilegal, mas, segundo especialistas, deve ser olhada com atenção porque pode esconder algum tipo de coação de chefes sobre funcionários. A coluna não encontrou indícios de que tenha sido o caso em SP.

Tudo ok
Paulo Sérgio Ferreira, administrador financeiro da campanha de Covas, diz que todas as doações de pessoas físicas foram “de livre e espontânea vontade individual”. A prefeitura diz que é tema de natureza pessoal.

Esfriou
Deputados que desejam concorrer à presidência da Câmara acreditam que a semana se encerra com chances menores de Rodrigo Maia (DEM-RJ) tentar se lançar na competição. A rejeição de membros do PT e do PSB em apoiar a tese da recondução, além da repercussão negativa do julgamento do STF, serviram de alerta de que a candidatura não seria fácil.

Arizona
Para definir o candidato que liderará o chamado “bloco de Maia” na corrida, os concorrentes cogitaram criar um sistema de pontos, em que cada partido tinha um peso. Dono da maior bancada, o PSL renderia três pontos a Luciano Bivar (PE). Já o Republicanos daria dois pontos para Marcos Pereira (SP). A ideia, inspirada no colégio eleitoral dos EUA, não foi adiante.

É tetra
O presidente Jair Bolsonaro compartilhou com aliados, por aplicativo de mensagem, a notícia da absolvição de seu candidato a presidente da Câmara, Arthur Lira (PP), da acusação de ter praticado “rachadinha” quando era deputado estadual em Alagoas.

Batismo
Em grupos bolsonaristas, a posição do ministro Nunes Marques, do STF, favorável à reeleição do comando do Congresso foi recebida com indignação e espanto. “Será verdade ou fake?”, perguntou um ativista sobre o voto do indicado do Presidente. “Já se mostra um canalha rasgando a Constituição”, disse outro.

Planos
O Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) aprovou resolução que determina a criação de programas de auxílio-saúde para membros e servidores dos Ministérios Públicos. Aprovada na quarta-feira pelo plenário do órgão, também regulamenta o benefício em lugares onde ele já existe.

Cada um
Os Ministérios Públicos escolherão o modelo segundo suas necessidades, sendo que o mais comum é o reembolso das despesas em até 10% do salário dos membros. A resolução do CNMP acontece na esteira de uma similar do Conselho Nacional de Justiça, de 2019.

Tendência
O Painel mostrou que o Tribunal de Justiça de SP aprovou a criação do auxílio para seus magistrados nesta quinta também com base na resolução do CNJ.

Atalho
Ato assinado pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), estabeleceu regras para a votação da LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) direto no plenário. Haverá cinco dias úteis para apresentar emendas ao texto, que vai ser arredondado durante a votação. O racha entre os grupos de Arthur Lira (PP-AL) e Rodrigo Maia (DEM-RJ) sepultou a Comissão de Orçamento.

Alvo
Para técnicos do Legislativo, o Ministério da Economia deve usar o prazo para apresentar a meta fiscal para 2021 com um número próximo à sua previsão de déficit nas contas públicas, de 3% do PIB, ou R$ 233 bi. Paulo Guedes desistiu da meta flexível.

Como pode?
O deputado Paulo Teixeira (PT-SP) enviou requerimento ao general Augusto Heleno (GSI) questionando a presença do deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) armado no gabinete presidencial. “Amanhã um parlamentar que tenha divergência com o Presidente pode entrar armado e matá-lo. Essa falha de segurança cria um precedente gravíssimo”, diz.

Tiroteio
“Política não é torcida de futebol e não podemos tolerar que ela seja feita na base do grito e de ofensas”
Da deputada Tabata Amaral (PDT-SP), após o presidente do PSDB de SP, Fernando Alfredo, ter escrito “Chupa” em comentário a post dela.

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