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Vacina tour

| 04/12/2020, 10:58 h | Atualizado em 04/12/2020, 11:00
Painel

Folha de São Paulo

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O anúncio de João Doria (PSDB) de que pretende iniciar a vacinação em janeiro, antes do governo federal, alarmou os demais governadores e lideranças no Congresso.

O risco é que o descompasso gere uma corrida desorganizada, estimulando pessoas a viajarem a São Paulo atrás das doses. Secretários estaduais de saúde pretendem aumentar a pressão para que Eduardo Pazuello (Saúde) se comprometa em comprar e aplicar no resto do País a vacina que estiver pronta primeiro.

Fervura
“A pressão popular vai fazer com que a Anvisa e o Ministério da Saúde autorizem a Coronavac (vacina chinesa). Bolsonaro vai ter que rever sua estratégia, senão haverá desgaste em sua popularidade”, diz a senadora Simone Tebet (MDB-MS).

Libera
Os governadores também pedem correção de rota. “Será importante adquirir todas as vacinas que forem aprovadas no Brasil”, diz Renato Casagrande (PSB-ES). Para Wellington Dias (PT-PI), a primeira dose da vacinação tem de ser concluída no primeiro semestre de 2021. “Por isto a necessidade de múltiplas vacinas”, afirma.

Braços
O plano de vacinação em São Paulo, a ser divulgado por João Doria (PSDB) na segunda, será executado com as prefeituras. O Conselho de Secretários Municipais de Saúde será chamado para ajudar na organização.

Bagagem
A logística de distribuição é um dos pontos mais delicados. Será necessária uma frota de caminhões frigoríficos para distribuir as doses pelo estado. Não está descartado uso de transporte aéreo.

Avisei
O líder do DEM no Senado, Rodrigo Pacheco (MG), culpa o ministro Bento Albuquerque (Minas e Energia) por parte da atual crise energética. Pacheco afirma que alertou o Presidente, em 7 de outubro, sobre o esvaziamento da represa de Furnas, sugerindo medidas de contenção.

Abuso
Bolsonaro disse que daria ordem a Albuquerque. “O problema é que há ministros que acham que mandam mais que o presidente”, diz Pacheco.

Supera
Após duas eleições para o comando do Congresso prometendo “não votar em golpista”, o PT aceita agora apoiar nomes que defenderam o impeachment de Dilma Rousseff, em 2016. “Temos que recompor nossas posições”, diz Carlos Zarattini (SP). O objetivo é ocupar espaços na Mesa e em comissões.

Não deu
A CPI das Fake News da Assembleia Legislativa de SP chegou ao fim ontem com um sentimento de fracasso entre os seus próprios membros. O relatório final aprovado não foi o do relator, Sargento Neri (Avante), mas o de Paulo Fiorilo (PT) e Mônica Seixas (Psol), recheado de críticas à falta de resultados apresentados, o que é raro.

Silêncio
A conclusão do relatório é de que a CPI não cumpriu o objetivo de investigar os responsáveis por disseminar fake news em 2018. Os integrantes não conseguiram ouvir a maior parte dos empresários e parlamentares chamados para discutir o tema, como Luciano Hang e os deputados Alexandre Frota (PSDB) e Joice Hasselmann (PSL).

Barreira
Deputados dizem que houve desinteresse dos líderes da CPI em abordar o tema em ano eleitoral. O presidente da comissão, Caio França (PSB), é filho de Márcio França, que disputou a Prefeitura de São Paulo. Além disso, afirmam que Janaina Paschoal (PSL) resistiu às tentativas de ouvir deputados bolsonaristas e funcionários.

Fome
Após pressão de deputadas estaduais, o governador João Doria (PSDB) recuou da decisão de cortar jantar das unidades do programa Bom Prato em São Paulo, que havia sido oficializada na quarta. O corte tinha como argumento “falta de demanda”.

Prato feito
O recuo do tucano foi anunciado durante reunião com parlamentares. Questionado por Janaina Paschoal (PSL) e Marina Helou (Rede), Doria acionou a secretária de Desenvolvimento Social, Célia Parnes, e ordenou a retomada da refeição.

Inspiração
Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) escreveu nas redes sociais que pendurará em seu gabinete na Câmara cartaz dizendo que o uso de máscaras não é obrigatório no local. A decisão segue a do deputado estadual Frederico D'Ávila (PSL-SP), revelada pelo Painel.

Tiroteio
“Nós não somos reféns do Lula, porque ele não nos prende. Nós é que nos prendemos a ele e a sua visão de mundo.” Do deputado Emídio de Souza (PT-SP), em resposta ao senador Jaques Wagner (PT-BA), que disse que o PT não pode ficar refém de Lula.
 

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