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Nas entrelinhas

| 02/11/2020, 10:48 h | Atualizado em 02/11/2020, 10:50
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Folha de São Paulo

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A entrevista de Rodrigo Maia (DEM-RJ) à Folha de S.Paulo consolidou a percepção em vários setores do Congresso de que ele não desistiu de tentar ser reconduzido à presidência da Câmara.

O deputado declarou que Arthur Lira (PP-AL) é o candidato de Jair Bolsonaro (sem partido) à Casa e afirmou que não excluirá a esquerda de nenhum acordo que envolva sua sucessão.

O gesto teve como objetivo polarizar a Casa, avaliam líderes da oposição e do centrão, para assegurar um campo de apoio na disputa.

Obstáculos
A Constituição veda a reeleição de Maia. Uma ação no STF, porém, pode abrir caminho para que ele se candidate. Embora o parlamentar negue publicamente essa opção, a aposta em partidos de centro e contra Bolsonaro é que, se o Supremo autorizar, o deputado disputará de novo o comando da Casa.
Gregos e troianos
Maia diz que há quatro ou cinco nomes que ele poderia apoiar na eleição do ano que vem. Para parlamentares, o fato de ele ainda não ter escolhido um deles cria um cenário para que ele diga, caso possa se lançar, que não houve consenso entre seus aliados e entre ele próprio na briga pela Câmara.

Teus sinais
Para nomes importantes da esquerda, na entrevista, Maia quis amarrar o apoio do campo e construir uma narrativa que impeça os oposicionistas de votar em Lira sob pena de ficarem com a pecha de eleger um governista. A oposição na Câmara soma cerca de 130 votos de 513 e é considerada a fiel da balança na briga pelo comando da Casa em fevereiro de 2021.
Na mesa I
O impasse em torno da instalação da CMO (Comissão Mista do Orçamento), uma prévia da disputa pela presidência da Câmara, não deve acabar tão cedo. Maia ofereceu um trato em que a bancada feminina ficaria com a relatoria do Orçamento em 2021re Elmar Nascimento (DEM-BA), seu aliado, presidiria o colegiado neste ano.
Na mesa II
Pela ideia, Flávia Arruda (PL-DF), que representa o centrão na briga, seria a relatora, mas o acordo enfrenta resistência. A tendência é que só haja um desfecho se o grupo de Maia ou de Lira, líder do centrão, abdicar de concorrer à Câmara.

Dança
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), deve indicar Luiz Fernando Bandeira, secretário-geral da Mesa da Casa, para uma vaga no CNJ (Conselho Nacional de Justiça).

Tente outra vez
O TRE (Tribunal Regional Eleitoral) de São Paulo negou pedido de Celso Russomano, candidato do Republicanos à prefeitura de São Paulo, para que a Justiça proibisse sua adversária Joice Hasselmann (PSL) de veicular propaganda que atribui notas à atuação política dos dois .

Acirrado
Joice usa no vídeo veiculado na TV e na internet dados do “ranking dos políticos”, que a coloca à frente de Russomano. Ela afirma que, no quesito “ficha limpa”, o parlamentar tem “probleminhas para explicar”. A defesa do integrante do Republicanos afirmou que ela desinforma e propaga inverdades. O TRE, porém, entendeu tratar-se de “crítica política” admitida.

In loco
O presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), ministro Luís Roberto Barroso, desembarcou em Washington ontem para ser observador convidado das eleições nos EUA.

Troca
Hoje, Barroso terá reunião com o time da OEA (Organização dos Estados Americanos) que viajará ao Brasil para observar a eleição municipal. Amanhã, dia do pleito norte-americano, o ministro visitará locais de votação, e encontrará o diretor da Divisão de Candidaturas e Financiamento de Campanhas do Conselho Eleitoral do estado de Maryland.

O alvo
Ex-ministros das Relações Exteriores, embaixadores e militares avaliam que se Joe Biden, candidato democrata, vencer a eleição nos EUA, a política no Brasil que mais sofrerá impactos será a do meio ambiente.

8 ou 80
“Os EUA terão posição de pressão por meio de exigências ambientais em acordos comerciais e econômicos”, diz o ex-chanceler Aloysio Nunes. Celso Amorim, também ex-ministro, avalia que Bolsonaro terá de dar uma guinada e ser mais incisivo no combate ao desmatamento sob pena de ficar muito isolado pelos Estados Unidos e pela Europa.

Tiroteio
“A antipolítica é típico caso para o Procon. Venderam terreno no céu e entregaram puro fisiologismo, por isso perdem força”. Do deputado Paulo Teixeira (PT-SP), sobre nomes associados a Bolsonaro no pleito municipal patinarem, indicando fragilização da onda antipolítica.

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