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| 15/10/2020, 08:40 h | Atualizado em 15/10/2020, 08:41
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Folha de São Paulo

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Nas últimas semanas, Bruno Covas (PSDB) se aproximou de figuras que tiveram atritos recentes com o governador tucano João Doria, como a vereadora Soninha Francine (Cidadania), convidada a participar de grupo que elabora o programa de governo de Covas na Assistência Social, e João Cury, nomeado para o Conpresp, órgão municipal de preservação do patrimônio.
Com o movimento, Covas marca distância para Doria, que tem alto índice de rejeição, e mostra faceta mais diplomática.

XIS
Soninha foi secretária de Assistência Social por cinco meses da gestão Doria, em 2017, e teve a demissão divulgada em vídeo gravado pelo então prefeito. Agora ela faz parte de um dos grupos setoriais dedicados a aprofundar as diretrizes do programa de governo de Covas.

Visões
“O Bruno tem uma visão muito mais alargada de pautas sociais e de direitos humanos. Nem se compara”, diz. “O Doria tem as qualidades de ser prático e objetivo, mas talvez esse seja um problema, pois tem sutilezas de questões humanas que você não resolve assim tão facilmente”.

Bem ali
A nomeação de Cury (expulso do PSDB após apoiar Márcio França, do PSB, em 2018) é particularmente negativa para Doria, já que o órgão delibera sobre tombamentos e emite autorizações para grandes construções na cidade, e dessa forma pode influenciar projetos do governo de SP.

Ajuda
Bruno Covas sancionará o projeto de lei do vereador Eduardo Suplicy (PT) que propõe a criação da renda básica emergencial municipal. O projeto propõe o pagamento mensal de R$ 100 por membro das famílias de beneficiários do Bolsa Família e de ambulantes enquanto durar a pandemia

Disputa
Os aliados do tucano veem a criação do benefício, que deve acontecer após duas votações na Câmara Municipal na semana que vem, como um antídoto à estratégia de Celso Russomanno (Republicanos) de alardear o que chama de auxílio emergencial paulistano, que seria feito com a ajuda do governo federal.

Reação
Mais de 40 companhias teatrais e artistas como José Celso Martinez Corrêa e Helena Ignez vão manifestar apoio à campanha de Guilherme Boulos (PSOL) à Prefeitura de SP. Após decisões da Justiça que barraram a exibição de campanha com Wagner Moura e live com Caetano Veloso, a ideia é a de reforçar o endosso de artistas ao candidato.

Atrito
O Ministério da Saúde apresentou ontem um cronograma para vacinação contra Covid-19 e abriu crise com secretários estaduais.

É comigo?
Para parte dos presentes na reunião, o governo federal está ignorando o imunizante que tem participação do Instituto Butantan – ainda em fase de testes. João Doria anunciou as primeiras doses para o mês de dezembro.


O calendário do ministério conta apenas com a chamada vacina de Oxford, também em fase de testes, prevista pelo governo para abril.

Cobrança
O secretário de Saúde de SP, Jean Gorinchteyn, disparou: “As vacinas não estão sendo tratadas de forma republicana pelo Ministério da Saúde”, disse ao Painel.

Voar, voar
As deputadas Gleisi Hoffmann (PT-PR) e Sâmia Bomfim (PSOL-SP) tiveram que fazer teste de Covid-19 antes de embarcar para La Paz, onde pretendem acompanhar a eleição presidencial na Bolívia no domingo (18), quase um ano depois das acusações de fraude eleitoral e exílio de Evo Morales.

Subir, subir
As parlamentares representarão o Brasil na delegação do Parlasul, o Parlamento do Mercosul. Os colegas da Argentina embarcaram antes, ontem.

Estrelas
Lula e Dilma Rousseff discursam no encerramento do seminário virtual organizado pelo PT na próxima segunda (19) para divulgar o plano do partido contra a crise econômica e sanitária do coronavírus.

Quem?
Em conversa com a deputada Bia Kicis (PSL-DF), nesta segunda (12), Kassio Nunes disse, segundo a deputada, que não foi nem Ciro Nogueira (PP-PI) nem Frederick Wassef quem o apresentou a Jair Bolsonaro. Kassio disse ainda para a parlamentar, da linha de frente do bolsonarismo, que é garantista, contra o ativismo judicial e o aborto.

Tiroteio
“O Paulo Guedes prometeu que privatizaria tudo: estatizou as transmissões de futebol”
De Marcelo Feller, advogado, sobre a transmissão da partida de futebol entre as seleções do Brasil e do Peru pela TV Brasil nesta terça-feira (13)

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