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PAINEL

PF x PCC

| 06/09/2020, 07:15 h | Atualizado em 06/09/2020, 11:24
Painel

Folha de São Paulo

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Planilhas analisadas pela Polícia Federal (PF) em inquérito contra o PCC revelam minuciosa organização contábil interna. Os documentos mostram que gastos diversos das casas de apoio a famílias de integrantes da facção nas proximidades de presídios eram bancados pelo grupo.
Açougue, instalação de chuveiro, táxi, frutas, verduras e até “leite para as crianças” aparecem nas tabelas. A investigação aponta que mesadas pagas a membros variam de acordo com serviços prestados ao comando.

Função
Segundo o inquérito policial, existem três escalas de valores de repasses mensais: R$ 1.500 para os presos por envolvimento em situações particulares, R$ 3.000 para quem entrou no presídio por relação direta com a organização e R$ 4.000 para detidos em razão de missão determinada pelo PCC, como o assassinato de agentes públicos.

Mega
A investigação culminou na deflagração da segunda fase da operação Caixa Forte, na última segunda-feira, dita a maior ação da história da PF no combate a facções criminosas, segundo o delegado Cairo Duarte, superintendente em Minas Gerais.

Do céu
As novas descobertas no inquérito começaram de forma curiosa: dois envelopes chegaram à PF de Minas, pelos Correios, com referências à primeira fase da Caixa Forte (deflagrada em agosto), segundo contam investigadores. Não havia identificação do remetente.

Dica
O material anônimo estava cheio de dados, fotos e também justamente as tais planilhas da facção. Quebras de sigilo e outras diligências mostraram que a suposta denúncia fazia sentido. A representação policial, assinada pelo delegado da PF Alexsander Castro e pelo delegado da Polícia Civil mineira Murilo Ribeiro, tem mais de 800 páginas.

Mestre
Dois dos principais líderes do MBL, o deputado Kim Kataguiri (DEM-SP) e Renan Santos, vão dar um curso de graça a candidatos nas eleições municipais sobre como usar as redes sociais para “ganhar as eleições e alcançar votos extremamente baratos”.

Siga-me
Serão três lives gratuitas entre 14 e 16 de setembro. Nestas eleições, o MBL tem o deputado estadual Arthur do Val (Patriota) concorrendo à Prefeitura de São Paulo, o vereador Fernando Holiday (Patriota) buscando a reeleição e o advogado Rubinho Nunes (Patriota) também candidato à Câmara municipal.

Sem essa
A Justiça Militar ignorou o impedimento da lei complementar 173 de contratação de novos servidores e incluiu a despesa na previsão do Orçamento de 2021. O órgão pretende criar 740 cargos e informou que nomeará 36 novos profissionais, ao valor total de R$ 2,050 milhões.

Boca fechada
Procurado, o STM (Superior Tribunal Militar) não respondeu. Já o Ministério da Economia informou que não vai se manifestar sobre o assunto, citando o “princípio da autonomia administrativa e financeira do Poder Judiciário”.

Líder
Centrais sindicais e 80 entidades da sociedade civil, como a OAB Nacional, MST, CNBB e Greenpeace, fazem uma live no próximo domingo com críticas diretas ao governo de Jair Bolsonaro. A mobilização faz parte da campanha #Brasil pela democracia e pela vida, que reúne também o Somos 70% e Juntos.

Caos
Representantes das entidades lerão um texto que responsabiliza Bolsonaro pela crise sanitária, econômica e política. “A intenção de manter a guerra política permanente e o desprezo pela ciência foram mais importantes do que cada uma das 209 milhões de vidas brasileiras. Mais importantes que as mais de 120 mil vidas perdidas”.

Chuchu eterno
Mais de dois anos após embarcar em uma candidatura presidencial que ficou na quarta posição, o PP ainda estampa em seu site, com destaque, a decisão de apoiar Geraldo Alckmin (PSDB) na corrida de 2018 ao Palácio do Planalto.

Bola de cristal
Ao clicar na notícia, o site mostra a foto de Ciro Nogueira (PI), presidente do partido, e Arthur Lira (AL) de mãos dadas com Alckmin e outros políticos do PP, quase todos hoje no barco de Bolsonaro. “Vamos trabalhar juntos e unidos nesse momento histórico do país”, comemorou à época o tucano, segundo o registro.

Tiroteio

“Se as acusações contra o governador Wilson Witzel (PSC) não prosperarem, quem devolverá a soberania do voto popular?”
Do advogado criminalista Fábio Tofic Simantob, sobre a decisão monocrática do STJ, confirmada em plenário, de afastar o mandatário.

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