Login

Esqueci minha senha

Não tem conta? Acesse e saiba como!

Atualize seus dados

ASSINE
Pernambuco
arrow-icon
  • gps-icon Pernambuco
  • gps-icon Espírito Santo
Pernambuco
arrow-icon
  • gps-icon Pernambuco
  • gps-icon Espírito Santo
ASSINE
Espírito Santo
arrow-icon
  • gps-icon Pernambuco
  • gps-icon Espírito Santo
Assine A Tribuna
Espírito Santo
arrow-icon
  • gps-icon Pernambuco
  • gps-icon Espírito Santo

PAINEL

Contenção

| 02/09/2020, 09:44 h | Atualizado em 02/09/2020, 09:51
Painel

Folha de São Paulo

Siga o Tribuna Online no Google

Google icon

A foto de Jair Bolsonaro, Paulo Guedes e parlamentares do centrão no Palácio da Alvorada, tirada ontem, marca o fim do status do superministro da Economia, cunhado antes da sua chegada ao poder.

Guedes foi enquadrado pelos novos amigos do presidente, que venderam a Bolsonaro a ideia de que, para fazer andar a agenda do governo no Congresso, o ministro tem que entender que não manda em tudo e que a nova maneira de fazer política é primeiro combinar com os líderes e falar depois.

New
A mensagem foi entregue pelo novo líder do governo na Câmara, Ricardo Barros (PP-PR), que decretou que daqui para frente é assim e pronto. Outros parlamentares afirmam que ajudaram a apagar a crise do “sr. mercado”, referindo-se a Guedes.

Ok
A combinação política não desagrada aos que estão ao lado de Paulo Guedes. A leitura na Economia é que o evento serviu para transmitir segurança e alívio. Mostrou que finalmente o governo tem articulação política, tirando o fardo da negociação com o Congresso das costas do ministro.

Mãos
O retorno da reforma administrativa teve a ajuda de um personagem fora da equipe econômica: o ministro Jorge Oliveira (Secretaria Geral).

Linha
O Renda Brasil, cujo lançamento agora está sem data definida, deverá contar com uma nova forma de elaboração. Auxiliares de Guedes defendem que a viabilidade do projeto deve ser solucionada pelo Congresso. A Economia não colocou previsão para a despesa no Orçamento de 2021 e caberá aos parlamentares, durante a votação, buscar um espaço para isso.

Ordem
Sem uma candidatura conservadora considerada promissora na principal eleição municipal do país, apoiadores de Jair Bolsonaro admitem que o presidente precisa reorganizar sua trincheira em São Paulo para buscar sua reeleição em 2022.

Liderança
Coube a Roberto Jefferson (PTB) a tentativa frustrada de montar uma chapa com Sergio Lima (PRTB), marqueteiro da Aliança pelo Brasil, e Marcos da Costa, advogado e nome lançado pelo PTB para a prefeitura.

Opinião
Para Lima, o vácuo bolsonarista em São Paulo não representa uma derrota, mas merece reparo. “A direita tem que prestar atenção em São Paulo e entrar na eleição de 2022 de forma mais organizada”, afirma.

Oba
Criticado pelo Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), o contrato da Polícia Federal de R$ 49 milhões por imagens de satélite com a Planet, como mostrou o Painel ontem, foi elogiado no Ministério do Meio Ambiente. Em 2019, a pasta de Ricardo Salles tentou fechar com a empresa, mas o instituto inviabilizou o acordo.

Mas
No mesmo período do embate, porém, o Inpe chegou a formalizar um pedido de compra de imagens da Planet para o acompanhamento da Amazônia Legal.

Tensão
Uma ação da PF para conter a onda de violência no Amazonas gerou bate-boca e troca de acusações entre o chefe regional e Brasília. Em ofícios, um dos envolvidos disse estar à disposição para resolver “pessoalmente” qualquer “questão julgada mal resolvida”, o que foi lido na PF como uma ameaça de partir para briga física.

Convite
A frase foi de Marcos Teixeira, chefe do COT (Comando de Operações Táticas), a Alexandre Saraiva, superintendente do Amazonas.

Dedo
Saraiva acusa o COT de não ter tido atuação satisfatória no episódio, que envolvia risco. Escreve que decisões da direção fizeram policiais ficarem abandonados na ação. Teixeira, por sua vez, afirma que a PF do Amazonas utilizou de maneira equivocada equipamentos, que não havia planejamento mínimo e classificou de pseudo-operação.

Ctrl+F
Fiscais de renda de São Paulo afirmam que não encontraram, nas 72 páginas do projeto de enxugamento estatal proposto por João Doria (PSDB), nenhum artigo que preveja a redução de 20% nas renúncias tributárias, como anunciado pelo governo.

Lupa
Eles dizem ter encontrado, sim, trecho que retira do Legislativo a atribuição de impor ou reduzir um tributo, como determina a Constituição. O jabuti está no artigo 24.

Tiroteio
“Vender parte das privilegiadas férias já é um absurdo. Fazer isso em meio a uma pandemia é de uma insensibilidade atroz”
Do deputado Marcel Van Hattem (Novo-RS), sobre Toffoli mandar tribunais comprarem um terço de férias de 60 dias de juízes.

SUGERIMOS PARA VOCÊ:

Painel

Painel, por Folha de São Paulo

ACESSAR Mais sobre o autor
Painel

Painel,por Folha de São Paulo

Painel

Folha de São Paulo

Painel