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PAINEL

Big Brother

| 01/09/2020, 08:09 h | Atualizado em 01/09/2020, 08:13
Painel

Folha de São Paulo

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A Polícia Federal assinou ontem contrato de R$ 49 milhões para ter acesso a imagens de satélite pelo período de um ano. A compra tem entre as justificativas monitorar desmatamento e queimada. A assinatura ocorre em meio a cortes de gastos e no momento em que a Defesa iniciou a aquisição de satélite com finalidade semelhante pelo valor de R$ 145 milhões. Integrantes do Inpe, órgão que fiscaliza o desmatamento, criticam e afirmam ter sistema similar de graça.

Olho vivo
Quem participou da contratação diz que a empresa Planet tem a melhor resolução de imagem do mercado e consegue mapear diariamente as áreas de interesse, mostrando ocorrências desde seu início. Delegados afirmam que o sistema vai ser útil para outras investigações, como fraudes em obras, mineração irregular e plantio de ilícitos – o que vai além do trabalho do Inpe.

Monitoramento
Desde maio, o Ministério da Justiça fez apresentações pela Esplanada e angariou apoiadores. A CGU e a Infraestrutura já avisaram que devem utilizar o sistema. Pelo contrato, todo o governo federal, estados e municípios do País terão acesso às imagens, o que é tratado como um trunfo.

Preferida
Os R$ 49 milhões serão pagos com dinheiro do Fundo Nacional de Segurança Pública, vinculado à pasta da Justiça. A contratação da Polícia Federal ocorreu por inexigibilidade de licitação sob o argumento de que a Planet entrega um serviço único, que nenhuma outra empresa tem.

Falta
Integrantes do Inpe disseram ao Painel que o uso do sistema para monitorar o desmatamento não resolverá o problema – a questão é a falta de estrutura, não a ausência de imagens. Um dos ouvidos diz que quanto maior a resolução, maior é a frustração.

Tarde
Segundo números internos da Caixa, 50% dos valores do auxílio emergencial estão sendo consumidos digitalmente. Ou seja, sem a necessidade de papel moeda. O BC lança nesta quarta a nova nota de R$ 200, criada com o propósito de atender a essa demanda extraordinária.

Passou
A avaliação é de que a procura por cédulas foi mais alta em abril e em maio, porque as pessoas correram às agências com a ideia de sacar o dinheiro e guardá-lo em casa. Esse comportamento mudou, de acordo com quem acompanhou o processo.

Saliva
A proposta do governo de reduzir o pagamento do auxílio emergencial para R$ 300 e estendê-lo até o fim do ano encontra divergências no Congresso. “Se depender do meu voto, o valor é R$ 600”, diz o senador Eduardo Braga (MDB-AM). Líderes da base do governo participam de reunião com Bolsonaro para falar sobre o tema no Palácio da Alvorada.

Toma
Paulo Guedes (Economia) deve aproveitar a fala no Congresso, hoje, para mandar um recado. De que a solução para o ajuste fiscal é política e não está em suas mãos. O ministro participa de reunião na comissão parlamentar que analisa as medidas contra a Covid-19.

Caminho
O presidente da CPI das Quarteirizações da Assembleia Legislativa de São Paulo, Edmir Chedid (DEM), quer quebrar os sigilos fiscal e bancário do Iabas (Instituto de Atenção Básica e Avançada à Saúde). A organização é uma das investigadas nas suspeitas envolvendo Wilson Witzel (PSC). Segundo a Procuradoria-Geral da República (PGR), licitações eram direcionadas e os contratados abasteciam uma caixinha de propina.

Grana
O requerimento será votado na próxima reunião da CPI, amanhã. Se aprovado, a comissão solicitará dados referentes a contas vinculadas ao contrato do Iabas que atendeu o Hospital de Campanha do Anhembi.

Na próxima
Djamila Ribeiro, mestre em Filosofia Política, afirma que recentemente foi convidada a ser vice na chapa de Jilmar Tatto (PT) à Prefeitura de São Paulo, mas recusou o convite. “Fui obrigada a declinar por estar envolvida agora com uma série de projetos que me impedem de participar de uma campanha política”, disse à coluna.

Procura-se
A campanha de Tatto busca uma mulher negra para compor a chapa e tem como meta definir esse nome até a convenção, marcada para 12 deste mês.

Tiroteio
“Bolsonaro não governa, destrói o Brasil. Mas quer continuar a todo custo e só pensa naquilo. O tiro pode sair pela culatra”
Do deputado Ivan Valente (Psol-SP), sobre Jair Bolsonaro considerar apoiar candidatos em 2020 para ter palanques em 2022.

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