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| 18/08/2020, 10:18 h | Atualizado em 18/08/2020, 10:20
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Folha de São Paulo

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Com os problemas na Justiça enfrentados pelos correligionários José Serra e Geraldo Alckmin, o prefeito Bruno Covas (PSDB) tenta desconectar sua pré-campanha na cidade de São Paulo das investigações contra integrantes do partido.

O tucano diz que, na hora do voto, a população pensa muito mais no transporte público, no acesso à saúde e em vagas em creches. Evitando o assunto, Covas diz de maneira indireta que os casos de Serra e Alckmin são incomparáveis com o de Aécio Neves (MG).

É diferente
“Não há nenhum áudio de Serra ou Alckmin pedindo dinheiro”, diz ele, ao se referir à gravação de Aécio pedindo R$ 2 milhões a Joesley Batista. Covas chegou a dizer no ano passado que não permaneceria no partido se o mineiro ficasse. Nunca saiu, no entanto. Alckmin e Serra viraram réus em desdobramentos da mesma operação Lava a Jato.


O que vale
“A população está preocupada com remédio no posto de saúde, com ampliação das linhas de ônibus na cidade, com o número de creches, com as casas construídas”, afirma o prefeito, que tenta a reeleição.


Zen
Diferentemente do aliado João Doria (PSDB), que escolheu o franco antagonismo com Jair Bolsonaro, Covas adota tom moderado ao falar de responsáveis pelos péssimos números do Brasil no controle da pandemia. “Acho que não é o momento de apontar culpados. A preocupação é com a saúde dos 12 milhões de paulistanos”.

Borracha
A Justiça do Espírito Santo determinou que Twitter, Facebook e YouTube (Google Brasil) retirem do ar publicações que contenham informações sobre a menina capixaba de dez anos de idade que engravidou após estupro.

Cumpra-se
A decisão liminar foi tomada após ação civil pública protocolada pela Defensoria Pública do Espírito Santo, que indicou os links que considerou que colocavam em risco a menina e sua família. A determinação foi do juiz plantonista da 5ª região do Espírito Santo, Samuel Miranda Gonçalves Soares.

Violação
O Facebook, porém, diz que removeu vídeo publicado por Sara Giromini por decisão própria, porque a postagem infringia suas políticas. “O vídeo em questão foi removido por violar nossas políticas ao promover potenciais danos a pessoas no mundo offline de forma coordenada”, disse a empresa em nota.

Maré
Fundador do Somos 70%, o economista Eduardo Moreira diz que os movimentos políticos acontecem “em ondas” e que, por isso, a aprovação recorde de Bolsonaro mostrada pelo Datafolha não muda o grupo, criado a partir de uma pesquisa do mesmo instituto. Em maio, 33% aprovavam a gestão do Presidente. Hoje são 37%.

Equação
“É uma média das percepções. 70% eram contra aproximações com o Centrão, queimadas de florestas, liberação das armas”, afirma Moreira. “O 70% enquanto símbolo continua valendo, porque 63% continuam sendo a maioria, e o movimento lembra que a gente é maioria”.

Leve
Presidente da comissão que acompanha o caso do relatório sobre antifascistas, o senador Nelson Trad (PSD-MS) avisou colegas que a reunião de hoje será uma conversa. Ele diz que não votará nada, já que os trabalhos do grupo estão suspensos devido à pandemia.

Sombras
Para Trad, a reunião com André Mendonça (Justiça), há 15 dias, ajudou a “evitar o caso virar um fantasma maior do que é”. A oposição não se satisfez.

Regra
Uma decisão no Amapá pode virar precedente para embates entre Legislativos e Executivos municipais. A Prefeitura de Macapá conseguiu reverter tentativa da Câmara local de retirar R$ 7,8 milhões do Orçamento. Vereadores alteraram proposta do município e transferiram para a Casa parte da verba que iria ao gabinete do prefeito.

Resolvido
O imbróglio foi ao TJ do Amapá, que decidiu pela inconstitucionalidade das alterações. O advogado Marcelo Pelegrini, que entrou no caso a pedido da Frente Nacional dos Prefeitos, diz que a decisão delimita o poder de vereadores. “Uma coisa é remanejar de uma secretaria para outra, outra coisa é tirar do Executivo e levar para a Câmara e sem justificativa alguma.”


Tiroteio
“Fachin tenta enganar esquerda e direita com o seu lavajatismo constrangedor”
Do sociólogo Emir Sader, sobre declaração do ministro do Supremo Tribunal Federal, que disse que o TSE deveria ter autorizado a candidatura de Lula em 2018.

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