Alta de preços nas prateleiras
Redação jornal A Tribuna
“Quero saber do Procon ou de outro órgão que controla abusos dos comerciantes o motivo do aumento de 100% nos preços dos produtos que não têm relação com a pandemia do novo coronavírus, de março até hoje”, questiona o servidor público aposentado Vital Andréa Tóffoli, morador de Jardim da Penha, Vitória.
Vital, que agora trabalha como agricultor, diz saber que os custos não aumentaram tanto quanto a velocidade dos preços nas prateleiras. “O feijão e o arroz tiveram altas absurdas”, afirma.
Quem também reclama da alta dos preços nos supermercados é a dona de casa Eliene dos Santos Medeiros, que reside em Maruípe, também em Vitória.
“No último mês, os preços do leite e derivados e, principalmente, da carne de boi e de frango subiram bastante. O mesmo ocorreu com biscoitos industrializados”, reclama Eliene, que tem recorrido às promoções.
O Procon-ES informa que tem fiscalizado vários estabelecimentos para verificar as denúncias registradas em seus canais de atendimento (telefone 151, App Procon-ES e e-mail) acerca da possível elevação de preços, sem justa causa, na comercialização dos produtos alimentícios e de limpeza nos municípios da Grande Vitória e no interior do Estado.
O Procon-ES esclarece que são feitos levantamentos de preços de diversos produtos para analisar as notas fiscais de compra e venda, desde 1º de janeiro de 2020 até a data da fiscalização do estabelecimento, para averiguar se o produto teve aumento injustificado ou não.
Registre-se que desde a data de 15/03/2020 a 30/06/2020 foram fiscalizados 75 estabelecimentos comerciais da Grande Vitória e 39 de municípios do interior do Estado.
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