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Rédeas

| 10/06/2020, 06:53 h | Atualizado em 10/06/2020, 06:56
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Folha de São Paulo

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Uma das principais críticas de integrantes do governo ao inquérito das fake news, que atingiu bolsonaristas no mês passado, é que a Polícia Federal nunca teve acesso à integra dos autos que estão no Supremo, sob relatoria do ministro Alexandre de Moraes.

Na preparação para o julgamento desta quarta (10), a Advocacia-Geral da União pediu informações à PF, que respondeu que não conduz a investigação. Auxiliares de Jair Bolsonaro querem que a Polícia Federal fique à frente da apuração.

*

Execução - De acordo com relatos, a PF apenas cumpre os mandados autorizados por Moraes, faz relatórios, mas não fez até o momento nenhum pedido de diligência. Em alguns casos, como na busca e apreensão em endereços do ex-procurador-geral Rodrigo Janot, a polícia recebeu um envelope fechado, sem saber do que se tratava.

Detetive - Para o governo, isso mostra que o ministro do STF está na investigação, já que também não foi a PGR quem fez as solicitações de busca e apreensão. Augusto Aras, inclusive, foi contra. Os pedidos saíram do gabinete de Moraes, de um magistrado instrutor, como aparece na decisão.

Controle - A AGU perguntou ainda no ofício qual é a participação da Polícia Civil de São Paulo no inquérito. A Polícia Federal disse não saber. Segundo relatos, uma delegacia paulista foi chamada para ajudar na apuração.

Sete chaves - Procurado, o Supremo afirma que a investigação é sigilosa e, por isso, não pode comentar.

Coro - A expectativa é que o julgamento fique restrito à questão da legalidade da portaria de abertura da apuração e não entre em questões da investigação. No início do mês, o Painel mostrou que a maioria dos ministros do STF defende o inquérito.

Un pasito - O Movimento Sem Terra tem conversado com os grupos Somos 70%, Juntos e Basta!, que têm se posicionado em defesa da democracia, e avisou que só vai participar de ações conjuntas quando eles defenderem explicitamente o impeachment de Bolsonaro, o que eles ainda não fizeram.

Quem mandou - O deputado Chico D'ângelo (PDT-RJ) pediu nesta segunda (8) ao PGR a abertura de investigação sobre as motivações da mudança de metodologia de divulgação de dados da Covid-19. A alteração partiu da cúpula militar do Ministério da Saúde.

Recepção - André Mendonça (Justiça) marcou para esta quarta (9) a primeira reunião com secretários de segurança. Apesar da pandemia, pelo menos 10 confirmaram presença. O ministro deve levá-los ao Planalto para conversa com Bolsonaro. O encontro ocorre em meio a pedidos pela recriação da pasta de Segurança Pública.

Ex - A iniciativa do ministro foi elogiada por secretários. Sergio Moro virou inimigo deles por ter demorado mais de um ano para marcar o primeiro encontro.

Há vagas - Em vídeoconferência com superintendentes, o diretor-geral da PF, Rolando de Souza, disse que ainda não definiu nomes para ocupar os cargos vagos nos estados. Ele pediu indicações para preencher as cadeiras.

Ao vivaço - Em live da associação Livres na segunda (8), o ministro do STF Luís Roberto Barroso defendeu as decisões tomadas que incomodaram bolsonaristas.

Retórica - O ministro perguntou se o real foi "a moeda que mais se desvalorizou" ou se "temos sido o pior país no combate à pandemia no mundo" porque Alexandre de Moraes impediu a nomeação de Ramagem na PF ou porque ele impediu a expulsão de venezuelanos do Brasil.

Do céu - Barroso também disse que não é por causa do STF que o país está em seu terceiro ministro da Saúde, Eduardo Pazuello (interino), "que é paraquedista, e não sanitarista ou epidemiologista ou infectologista", e não tem experiência como gestor.

Pare - A Justiça Federal em Mato Grosso suspendeu os principais efeitos de uma instrução normativa publicada em abril pela Funai que permitia a invasão, exploração e até a venda de terras indígenas ainda não homologadas pela União. A medida do órgão vem sendo criticada por grupos indígenas.

*

TIROTEIO

Política genocida de flexibilização da quarentena de Doria. Quantos mais serão vítimas de oportunismo e ignorância?

De Mônica Seixas (PSOL), deputada estadual, sobre a reabertura de comércio e shoppings em São Paulo entre quarta (10) e quinta (11)

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