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PAINEL

Rarefeito

| 06/05/2020, 09:00 h | Atualizado em 06/05/2020, 09:03
Painel

Folha de São Paulo

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Se do ponto de vista político as acusações de Sergio Moro angariavam pouca adesão, por causa de sua atuação na Lava a Jato contra parlamentares e contra o ex-presidente Lula, o ex-ministro agora também é contestado do lado criminal.

Ministros do STF, advogados, integrantes da Polícia Federal e da Procuradoria-Geral da República avaliam que o depoimento de Moro trouxe poucas novidades e carece de elementos para que, de fato, possa provar crimes de Jair Bolsonaro.

Diminuto
Os que não viram grandes novidades na oitiva de Moro a definiram com uma frase usada pelo ex-ministro: a montanha pariu um rato. O ex-juiz usou a expressão quando o Intercept Brasil trouxe mensagens dele com procuradores da Lava a Jato.

Ceticismo
Em conversas com pessoas próximas, Augusto Aras, procurador-geral da República, tem dito que é impossível que o inquérito prospere para a denúncia contra o presidente da República.

Quintal
Apesar do desânimo geral, Moro levou à investigação mais uma demonstração incontestável do interesse de Bolsonaro pela Polícia Federal do Rio. O Painel revelou que o novo diretor-geral decidiu fazer a troca no comando do estado.

Vazio
Para Ticiano Figueiredo, presidente do Instituto de Garantias Penais, o depoimento de Sergio Moro à PF mostrou que o ex-juiz tem percepção distorcida sobre o que são provas acusatórias. “No discurso de despedida, imputou uma série de crimes ao Presidente. Quando chegou a hora de apresentar todas as provas, entregou um nada e depôs sobre um vazio”, diz o advogado.

Novidades
O novo comandante da PF, Rolando de Souza, definiu os nomes de sua diretoria. Para formar a nova cúpula, o diretor-geral vai promover a troca de cinco superintendentes, contando a do Rio de Janeiro.

Fica
Um dos símbolos da Lava a Jato de Curitiba, o delegado Igor Romário foi escolhido para permanecer no cargo de Dicor (Diretor de Combate ao Crime Organizado).

Facada
Afetada pela redução de receitas com o corte da contribuição das empresas para o Sistema S, a CNI (Confederação Nacional da Indústria) reduziu em 25% a jornada e o salário de seus empregados. A CNC, entidade irmã que reúne federações do comércio e serviços, optou por não reduzir as despesas.

Cresça...
Em reunião descrita como tensa, ontem, com os secretários estaduais de Saúde, o ministro Nelson Teich (Saúde) comprometeu-se a promover uma campanha publicitária em defesa do isolamento social.

...e apareça
Os secretários cobraram do ministro uma diretriz mais clara de sua gestão para o combate ao coronavírus. Ele, então, assumiu o compromisso de fazer campanha focada em distanciamento social e cuidados de prevenção, como lavagem das mãos. O presidente Jair Bolsonaro tem relativizado a importância das medidas restritivas desde o início da pandemia.

deixa...
Antes que o ministro do STF Luís Roberto Barroso tivesse decidido pela suspensão da expulsão dos diplomatas venezuelanos do Brasil, Augusto Aras já havia recomendado ao Ministério das Relações Exteriores que a medida fosse adiada.

...para depois
Na recomendação, assinada na sexta, o PGR chama a atenção para a situação dos serviços de saúde na Venezuela durante a pandemia do coronavírus e fala em “questões humanitárias”. Barroso tem dito a colegas que os ataques bolsonaristas elegeram o alvo errado. Primeiro, porque ele não barrou a expulsão, só suspendeu. Segundo, porque seguiu recomendação de Aras, o PGR nomeado pelo Presidente.

Bloqueio
O governo do Maranhão estima que aproximadamente 90% dos estabelecimentos comerciais de São Luís permaneceram fechados ontem, em respeito ao primeiro dia de lockdown na cidade. O resultado foi comemorado.

Luto
O Brasil registrou 13.463 mortes por suicídio em 2018, o equivalente a 37 casos por dia, informa o Ministério da Saúde. Os dados de 2018 são os mais atuais disponíveis pela pasta e foram processados recentemente. Em 2017, foram 13.167. No ano anterior, 12.079.

Tiroteio
“Eu acho honestamente que as nossas medidas de combate à crise estão de bom tamanho já, já gastamos muito dinheiro”.

De Adolfo Sachsida, secretário de política econômica, sobre os gastos do governo durante o período de pandemia do coronavírus.

Publicação simultânea com a Folha de São Paulo

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