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Quem parte e reparte...

| 05/05/2020, 06:22 h | Atualizado em 05/05/2020, 06:26
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Folha de São Paulo

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Nota elaborada por técnicos da Câmara mostra que o estado que mais ganhou com a troca para o socorro aprovado no Senado foi o Amapá, do presidente Davi Alcolumbre (DEM).

Em termos per capita (dividindo o valor pela população), o Amapá receberia R$ 189 por habitante no projeto da Câmara. No do Senado, o valor subiu para R$ 733. São Paulo, de João Doria (PSDB), viveu o oposto: receberia R$ 549 por habitante no texto da Câmara e passou a R$ 279 na fórmula do Senado.

Quanto custa - A versão aprovada pelos senadores prevê o repasse de R$ 60 bilhões a estados e municípios, valor inferior ao que havia sido proposto pela Câmara, de quase R$ 86 bilhões. Uma das diferenças entre as duas cifras é o tempo de vigência da ajuda. O texto da Câmara, previa 6 meses de auxílio, o do Senado, 4 meses.

Soma - Os técnicos simularam também quanto cada estado receberia se o auxílio da Câmara durasse os mesmos 4 meses, com valor de R$ 60 bilhões. Comparando com o texto do Senado, o Amapá ainda é o que mais ganha com a diferença entre os dois modelos. Receberia R$ 133 por habitante na versão da Câmara contra R$ 733 na do Senado.

Validade - Rolando de Souza, novo diretor-geral da Polícia Federal, fez reuniões individuais nesta segunda (4) depois de tomar posse. Ele relatou a colegas ter planos de longo prazo. A interpretação é que ele quis mostrar que não será tampão e não tem prazo para deixar o cargo.

Vencimento - Depois da suspensão do STF de Alexandre Ramagem, Jair Bolsonaro disse algumas vezes que iria recorrer da decisão e que ainda sonhava com seu nomeado no posto de comando da PF.

Reset - Deputada Carla Zambelli (PSL-SP) está em busca de um novo aparelho de celular, segundo relatos de colegas. Há um pedido no Supremo para que o ministro Celso de Mello autorize busca e apreensão do telefone da parlamentar.

Alvo - Zambelli foi envolvida na crise após Sergio Moro divulgar mensagens trocadas com ela na tentativa de mostrar que não teria aceitado uma promessa de nomeação ao STF em troca da interferência política na PF.

Mais tarde - O procurador-geral da República, Augusto Aras, se opõe à apreensão e perícia no celular da deputada.

Show us... - Nesta terça (5), o ministro Nelson Teich terá reunião com os secretários estaduais de Saúde. Nela, será cobrado a engordar a ajuda financeira, a acelerar a habilitação de leitos de UTI (que, dizem, está "muito atrasada") e a definir de que modo o governo federal ajudará no custeio dos hospitais de campanha.

...the money - Os secretários se queixam de que o governo federal tem enviado mais recursos aos municípios do que aos estados, que estão arcando com os investimentos praticamente sozinhos.

Solo - No Pará, os 720 leitos de campanha montados não tiveram ajuda. Além disso, mais de 90% dos leitos de UTI são bancados pelo governo estadual.

Temporário - Os vereadores da Câmara de São Paulo vão apresentar projeto coletivo que propõe o aumento do ISS de bancos dos atuais 2% para 5%. O texto projeta aumento de arrecadação de R$ 1 bilhão em 2020 e R$ 2 bilhões em 2021. No ano seguinte, o ISS voltaria para os 2% anteriores.

Vai que é sua - O aumento se daria pela suspensão dos efeitos de leis que dão benefícios fiscais a bancos em serviços como leasing, cartão de crédito e arrendamento mercantil. De autoria de quase todos os vereadores da Câmara, o texto deve ser aprovado com facilidade. Caberá então ao prefeito Bruno Covas (PSDB) decidir pelo veto ou pela sanção.

E nós? - O texto aprovado no Senado neste sábado (2) do socorro federal a estados e municípios causou irritação na Polícia Federal. O projeto prevê congelamento de salários para servidores, mas excluiu funcionários da saúde e da segurança pública. A PF não foi contemplada.

Foi ele - A Associação de Delegados da PF falou em perseguição e disse ter informações de que Paulo Guedes (Economia) teria sido o responsável pela exclusão. O Ministério da Economia nega.

TIROTEIO

"Os governadores vão começar a dissecar esse cadáver, porque esse assunto já está morto. E aí virá nova rodada de pressão".

Do economista Raul Velloso, em transmissão na internet, sobre o socorro aos estados votado no Senado e em discussão na Câmara

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