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Circuito fechado

| 02/05/2020, 12:36 h | Atualizado em 02/05/2020, 12:39
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Folha de São Paulo

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Em sua cruzada para que seja encontrado um mandante para a facada que recebeu de Adélio Bispo, Jair Bolsonaro terá que contornar o Ministério Público Federal (MPF) caso queira seguir nessa trilha.

Responsável pela investigação, o procurador Marcelo Medina, do MPF em Juiz de Fora (MG), afirma que não existe qualquer indício de que alguém tenha encomendado o crime. Mais do que isso, diz que nem o Presidente tem mais ideias sobre para onde a apuração deve ir.

Para onde
“Tanto não há falta de empenho que não há diligências pendentes indicadas pela banca de advocacia do Presidente”, diz Medina. Ao longo da investigação, diligências foram sugeridas pelos advogados e, então, executadas. Mas hoje não há pistas para chegar nesse mandante procurado por Bolsonaro.

Revira
A insinuação do Presidente de que teria faltado empenho da Polícia Federal não é corroborada por Medina. “Tivemos acesso às contas de e-mail, às mensagens de redes sociais, ao histórico de ligações de todos os chips que foram usados pelo Adélio nos últimos anos”, afirma. A devassa não mostrou qualquer traço de informação sobre outro possível envolvido no crime.

Marcação
Embora o ministro Celso de Mello, do STF, tenha solicitado à Polícia Federal a oitiva do ex-ministro Sergio Moro, o procurador-geral da República, Augusto Aras, destacou três procuradores de sua equipe para acompanhar o depoimento.

Lado a lado
João Paulo Lordelo Guimarães Tavares, Antonio Morimoto e Hebert Reis Mesquita foram designados. Morimoto é um dos auxiliares mais próximos de Aras. Ele e Lordelo são do gabinete da Procuradoria-Geral da República (PGR). Mesquita é do grupo de trabalho da Lava a Jato.

Contratação
O delegado Josélio Azevedo, atual superintendente da Polícia Federal de Goiás, vai integrar a equipe do novo ministro da Justiça, André Mendonça. Azevedo coordenou durante a Lava a Jato o grupo de delegados que investigava exclusivamente políticos – os inquéritos corriam no Supremo.

Pague-se
O PT entrou ontem com uma ação no Supremo pedindo que o governo federal pague imediatamente o auxílio emergencial aos cidadãos que não foram ainda contemplados. A legenda também quer que sejam tomadas providências contra as filas nas agências da Caixa Econômica.

Meu lugar
O ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio (PSL-MG), entrou na onda da família Bolsonaro contra o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), e contra Sergio Moro. “O João Trabalhador não se preocupa com ninguém”, escreveu nas redes sociais. “Hoje não tem parabéns pra você, João Trabalhador”, acrescentou, em referência ao 1º de maio.

Inimigos
Álvaro Antônio disse que Doria está “também” preocupado com a própria biografia e não com o País, alfinetando o ex-juiz. Moro afirmou na saída que precisava preservar sua história. O ministro do Turismo foi indiciado pela PF e denunciado pelo Ministério Público no esquema de candidaturas de laranjas revelado pelo jornal Folha de São Paulo.

Edição
O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), ficou de fora do 1º de maio ampliado, evento que teve a participação de políticos que não atuam no universo sindical, como FHC e Rodrigo Maia (DEM-RJ).

Não deu
Leite foi convidado pelos organizadores e mandou na véspera uma mensagem gravada, mas a TVT, que é ligada à CUT (Central Única dos Trabalhadores), não exibiu o vídeo. Isso irritou dirigentes das demais centrais sindicais, que consideraram o ato uma “censura”. A entidade nega, e diz que a gravação não chegou a tempo.

Procon
Propagandeado por Bolsonaro em transmissão ao vivo na última quinta-feira, o hospital de campanha de Águas Lindas (GO) está fechado à espera da burocracia do governo federal. As obras foram concluídas, mas o Ministério da Saúde ainda não repassou a administração da unidade ao governo do estado.

Papel
A secretaria de Saúde de Goiás afirma que a cessão da gestão do hospital é indispensável para o início da contratação de pessoal. Goiás tem 808 casos confirmados de coronavírus e 29 óbitos.

Tiroteio
“Foi a única vez no governo do presidente Jair Bolsonaro que um professor foi valorizado”.
Do senador Humberto Costa (PT-PE), sobre Onyx Lorenzoni ter nomeado o professor de inglês para cargo e depois recuado.

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