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À beira do caos

| 01/05/2020, 11:45 h | Atualizado em 01/05/2020, 14:38
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Folha de São Paulo

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          Imagem ilustrativa da imagem À beira do caos
Nelson Teich, ministro da saúde |  Foto: Marcello Casal Jr / Agência Brasil

A pergunta sobre onde os governadores estão comprando respiradores fora do País, feita pelo ministro Nelson Teich em reunião na quarta, foi interpretada por governadores como a senha de que o colapso bate à porta. E que não há sinal de que o governo federal tenha planejamento algum para mudar isso.

O caso da Bahia é exemplar. O estado diz precisar de 1.300 respiradores até meados de maio. Teich diz que a produção nacional entrega 180 por semana. Para todo o Brasil.

Ajuda
Teich disse não estar conseguindo realizar compras fora. Os governadores passaram uma lista de dicas de onde adquiram, da China e da Europa.

Quem manda
Outros pontos das reuniões chamaram a atenção. O ministro falou do Palácio do Planalto e não do Ministério da Saúde, o link da teleconferência foi enviado pela Presidência e o general Braga Netto (Casa Civil) fez as aberturas dos encontros. A impressão foi unânime do forte controle imposto por Bolsonaro em Teich.

Ops
O encontro virtual teve também uma cena inesperada. Um dos participantes apareceu seminu. O homem tentava arrumar a câmera, quando ela ligou sem ele saber. O governador João Azevedo (PB-Cidadania), foi o primeiro a avisar da ocorrência. O moderador interveio, pedindo que a webcam fosse desligada.

Cascalho
Uma compra de 116 respiradores pelo Rio foi interrompida por falta de pagamento por parte da gestão Wilson Witzel (PSC). Os equipamentos seriam embarcados na China na quarta. O Iabas, organização social contratada para construir os hospitais de campanha no Rio, não recebeu os R$ 80 milhões para a compra que, por isso, foi cancelada.

Polarização
Delegados que defendem Alexandre Ramagem disseram que a equipe da PF que trabalhou com Fernando Haddad (PT) em 2018 também criou laços com o então candidato. O petista nega. “Fizeram trabalho muito profissional, mas não sei nem o nome deles. Não teve nenhuma aproximação”, disse ao Painel.

Na próxima
Na primeira reunião comandada por André Mendonça (Justiça), a cúpula da PF enviou Cláudio Gomes, diretor de Inteligência.

Disney
Rosseti, diretor-geral interino, disse à pasta que não poderia comparecer. Ele também não foi à posse.

Uni-vos
A proposta de divisão dos recursos federais para socorrer estados e municípios feita pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), ontem, desagradou a estados do Sudeste e do Nordeste – uma rara convergência quando se trata de repartição de verbas da União.

Ecumênico
O secretário de Fazenda de São Paulo, Henrique Meirelles, afirma que a proposta “é altamente prejudicial a São Paulo e enviesada para o Nordeste”. Os nordestinos também não gostaram. “Somos gratos pela evolução dos valores conquistada pelo Davi. Mas o critério (de divisão) é sem lógica”, disse o governador Wellington Dias (PT-PI).

Chuva de prata
“É uma distribuição absolutamente desproporcional, que prejudica os estados e as capitais, jogando dinheiro pelo helicóptero para os municípios do Oiapoque ao Chuí”, critica o deputado Pedro Paulo (DEM-RJ), autor da proposta da Câmara.

Luto
Morreu de Covid-19, na segunda Vanessa Pereira, 27, funcionária da Atento, multinacional de call center. Ela trabalhava em São Paulo e havia sido enviada para home office algumas semanas atrás.

Não para
Decreto federal incluiu o call center como serviço essencial na pandemia. Por ter sobrepeso e sopro no coração, Vanessa fazia parte do grupo de risco e dizia a amigas que temia ser contaminada – uma colega diz que a empresa mantém as janelas fechadas. A Atento diz que tem operado com 50% dos profissionais e segue protocolos da OMS.

Tema único
Levantamento da Diretoria de Análises de Políticas Públicas, da FGV, mostra que o coronavírus foi superado pela política nas discussões no Twitter no último dia 16, com a demissão de Luiz Henrique Mandetta. O movimento explodiu no último dia 24, com a saída de Sergio Moro e segue nesta semana.

Tiroteio
“Nem todo mundo te diz aquilo que você precisa ouvir. É importante dar liberdade para as pessoas do seu time poderem te criticar”.
De Valdir Simão, ex-ministro da CGU, em referência a Jair Bolsonaro e a aparente relação que mantém com os funcionários no governo.

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