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Como será o amanhã

| 16/04/2020, 11:08 h | Atualizado em 16/04/2020, 11:10
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Folha de São Paulo

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Na conversa em que anunciou que seria demitido, Luiz Henrique Mandetta (Saúde) afirmou à sua equipe que não aceitará convites de governos estaduais ao deixar o cargo.

Ronaldo Caiado (DEM-GO) e João Doria (PSDB-SP) demonstraram interesse no ministro. Mas para o DEM, partido de Mandetta, acredita que uma ação desse tipo poderia dar a impressão de que ele estava trabalhando politicamente no ministério. A direção da legenda quer que ele tenha algum papel nacional após a saída.

Bola no chão
Na conversa, revelada pelo Painel, o ministro disse aos integrantes da pasta que os apoiaria na decisão que tomassem, de permanecer na equipe de quem chegar em seu lugar ou de topar uma proposta de um governador.

Tá limpo
Segundo integrantes do DEM, a decisão de Mandetta de rejeitar convite de estados pós-ministério já estava tomada desde a semana passada, o que deixou o ministro à vontade para dar a entrevista ao Fantástico da residência oficial do governo de Goiás.

Faltou
Deputados que participaram de uma reunião com Mandetta, ontem, notaram a ausência de Osmar Terra (MDB-RS) no encontro. Principal crítico do ministro, o parlamentar esteve presente nas reuniões da comissão que acompanha o combate à doença.

Tchau
Na reunião, feita em parte presencialmente e em parte por videoconferência, parlamentares se despediram do ministro, após serem informados pelo próprio de sua iminente demissão.

Tá pronto
Chamou a atenção de políticos e de médicos a entrevista coletiva dada pelo ministro Marcos Pontes (Ciência e Tecnologia) ontem. Ele anunciou um teste de um remédio que pode reduzir carga do coronavírus em 93,4% em células, ou seja, tudo que o mundo inteiro está procurando.

Garoto-propaganda
Há pelo menos 40 dias Jair Bolsonaro faz propaganda da cloroquina, que não tem eficácia comprovada. O Presidente não tocou no assunto, nem promoveu a descoberta do auxiliar.

No papel
O Conselho Federal de Medicina vai se posicionar hoje sobre o uso da cloroquina para pacientes com coronavírus. A tendência é liberar o medicamento caso a caso, mas dizer que não há comprovação científica da eficácia da droga.

Plano
Para conseguir transportar 107 respiradores e 200 mil máscaras da China, o governo do Maranhão precisou montar operação de guerra com o envolvimento de 30 pessoas e custo de R$ 6 milhões. A logística foi traçada depois de terem reservado respiradores e serem atravessados por Alemanha, EUA e pelo próprio governo federal.

Rota
Com a ajuda de uma importadora maranhense, eles negociaram com uma empresa de Guangzhou, que enviou os respiradores para a Etiópia, escapando do radar da Europa e dos EUA. Ao chegar em SP, a mercadoria foi colocada em avião fretado da Azul e mandada para o Maranhão, para só então ser desembaraçada na Receita.

Urgência
A liberação na alfândega não foi feita em SP para evitar que o governo federal retivesse os respiradores, como tem acontecido. A operação durou 20 dias, os equipamentos desembarcaram em São Luís na terça-feira e já foram conectados. O Maranhão tem, até o momento, 630 casos positivos de coronavírus.

Derretendo
Números preliminares de 12 estados, com base nas notas fiscais eletrônicas emitidas até terça-feira, indicam que as vendas estão caindo em média 24% neste mês, em relação ao mesmo período do ano passado. É um termômetro do que deve se esperar de queda de arrecadação de ICMS.

Sinuca
Estados querem que o governo federal compense as perdas na arrecadação, mas o Ministério da Economia resiste em garantir a compensação. O impasse está no Senado.

Água
As estações inauguradas pela Prefeitura de SP para oferecer banhos e sanitários para moradores de rua da região central foram usadas 25 mil vezes em 10 dias. O censo da população de rua mostrou que há 24.344 pessoas nessa condição. A ação é coordenada pelas secretarias de Turismo e de Assistência Social.

Tiroteio
“A situação agora é para cirurgião, não para clínico geral que pede exame e espera 90 dias pelo resultado.” Do senador Otto Alencar (PSD-BA), sobre repasses do governo federal a estados e municípios; ele defende a edição de uma MP.

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