Tolerância zero para erro em novo desafio do “Masterchef”
Os 14 chefs vão enfrentar prova difícil, com duas entradas, dois pratos principais e duas sobremesas para 30 convidados
A TV Tribuna/Band exibe na próxima terça-feira, às 22h30, o quinto episódio do “MasterChef Profissionais”. Neste desafio, Henrique Fogaça elabora dois menus complexos e anuncia que comandará o serviço, impondo rigor e tolerância zero aos erros.
Para subir ao mezanino, os 14 adversários terão de unir forças na preparação de duas entradas, dois pratos principais e duas sobremesas para 30 convidados.
As receitas deverão seguir à risca os sabores intensos e o estilo rústico que caracterizam os restaurantes do chef paulista. Um sorteio vai definir a praça de cada concorrente.
Quem se destacar perante o crivo de Erick Jacquin, Helena Rizzo e do responsável pelo cardápio garante mais uma semana no programa, enquanto os demais seguem para a etapa eliminatória.
Na fase final, o terror da maioria dos competidores retorna ao jogo: a confeitaria. Doces clássicos brasileiros entram em cena, como manjar de coco, bala baiana, pamonha, chico balanceado, torta de limão e merengue de morango.
Os aspirantes ao troféu precisarão demonstrar versatilidade para transformar as iguarias em versões contemporâneas, com empratamento criativo e técnicas atuais. O autor do pior desempenho dá adeus à disputa.
FORA
Na última terça, Marcelo Zaidan deu adeus ao “MasterChef Profissionais” após apresentar um prato que desagradou aos jurados Helena Rizzo, Henrique Fogaça e ao chef romano Marco Renzetti, convidado especial.
Na prova, os participantes precisavam preparar uma massa recheada com, no mínimo, três cores. O paulista apostou no safe e elaborou um fagottini colorido com beterraba e cacau alcalino, carne bovina no interior e molho de tomate-cereja, creme de leite, manjericão e queijo curado. Segundo os especialistas, o resultado ficou abaixo do esperado em questões de sabor e textura.
O veterano afirmou ter se empenhado ao máximo, embora a proposta estivesse fora de sua zona de conforto. “Fiz o melhor que pude. Sou um cozinheiro da gastronomia ibérica há muitos anos e nunca tive paixão pela culinária italiana. Talvez tenha sido por um desses motivos que não pude entregar um bom trabalho”.
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